8 - Sehun

878 Words
SEIS ANOS DEPOIS — Luhan, você não pode estar bravo comigo por isso de novo. p***a que saco, a gente já falou sobre isso. Não dá, eu não posso. — Acontece que você conhece meus pais, nós estamos juntos há seis anos, como assim eu não posso conhecer seus pais? — Não dá Luge, okay? Eu não posso fazer isso comigo... Com a gente. — Com a gente um c****e. Você não se importa comigo, se eu saísse por aquela porta você não ia ligar de não me ver voltar. — Sabe que não é verdade. — Então diz que me ama! —Luhan... — Se não é verdade diz que me ama, diz que não vive sem mim! Que sou o único que quer na sua cama. O único que vai preparar com carinho todas as suas refeições, aceitar quando você é grosso por nada e vai deixar você f***r com força, sem carinho nenhum porque tá irritado. Fala que me ama! — Luge eu... – fui salvo pela campainha. Chanyeol apareceu na minha porta ofegante e molhado da chuva calma que caía. — Cara o que você está fazendo aqui? Ainda está no cio! Luhan vai pro quarto. — Mas... — Agora! Meu pequeno bateu o pé e fez bico, mas fez o que eu pedi. — Eu preciso de ajuda. E-eu... Eu acho que fiz alguma coisa errada, mas eu ainda não sei, isso tá me matando cara. — Senta aí que eu vou buscar uma toalha pra você se secar. O deixei na sala e fui até o quarto buscar uma toalha e uma camisa para ele. Luhan estava sentado na cama emburrado. — Não fica com essa cara, eu não vou deixar você ficar perto de um alfa no cio, ele vai sentir teu cheiro e querer te f***r. — Isso não aconteceria se eu já fosse marcado. — Luhan... Depois a gente conversa. Peguei as coisas e levei para sala, Chanyeol estava sentado no sofá com o rosto enterrado nas mãos. — Me conta o que aconteceu... — Lembra que eu te contei que acabei transando com meu professor? — Sim. — E que ele odeia alfas? — Sim. - Então.... ele ficou bem puto comigo por eu ser um alfa e tudo mais, mas acabou que a gente transou na sala de aula mesmo, porque eu precisava e ele estava ali, enfim... Só que depois que a gente foi para a casa dele, pra continuar que fazíamos, ele me expulsou de lá. — Sem mais nem menos? — Não a gente transou, ele tava apertando a minha b***a e gemendo pra eu não fazer, mas eu não sei o que ele não queria que eu fizesse porque ele ficava me empurrando pra ir mais fundo. Mas aí eu mordi e ele gozei e ele gemeu alto e tudo mais, então achei que ele tinha gostado e do nada ele mandou eu ir embora dizendo que eu fiz tudo errado. — suspirou frustrado. — Você mordeu ele? O pescoço dele? Seus dentes entraram na pele e tudo mais? — Sim, ele tem um gosto e um cheiro muito bom. — sorriu. — E ele odeia alfas? — Sim, por que tantas pergunta? — É cara, você fez uma p**a merda. — Como assim? — Vcoê marcou ele cara e, bom, fez contra a vontade dele. Você uniu vocês dois de uma forma que nunca mais vão conseguir ficar nem longe um do outro. — Isso explica a minha dor no peito. — Faz quanto tempo isso? — Dois dias e meio. — E só agora veio me procurar? p***a, cara, você deveria ter deixado ele se acalmar e falar com ele. Ele tem a marca, ele deve estar sentindo a mesma dor que você, ele deve estar sentindo as suas emoções e o maior de tudo, ele deve estar sentindo a sua falta. — Vo-você acha? — Eu tenho certeza que sim. Acho melhor você ir pra casa e f***r com ele a noite inteira, as coisas vão se resolver. — A noite inteira? É de tarde ainda. — riu. — Então fode até o dia amanhecer. Vai lá. Comecei a empurrar seu corpo para fora da minha casa. — Valeu, cara. — Volte sempre que precisar. Agora vai pro seu ômega, tchau. Comecei a rir do que fiz com ele e fui para o quarto encontrando um Luhan choroso. — Por que é só comigo que você é grosso e e******o? – falou choroso. Porque eu te amo! — Eu não sou grosso com você, eu tento não ser pelo menos. — Diz que me ama, Sehun! — Eu vou tomar um banho. — Diz que não é só sexo, que você gosta de mim. – falou entre lágrimas. — Não é só sexo. – o puxei pra um beijo delicado, vendo-o se acalmar com isso, seu choro cessar aos poucos e sua respiração voltar ao normal. Eu te amo!, completei mentalmente. Luhan rodou meu pescoço com seus braços e pulou em meu colo, fazendo com que eu o prensasse na parede e mudasse o ritmo do nosso beijo para puro desejo. Mesmo que não fosse só sexo e a gente se amasse, no fim... A gente sempre acabava na cama. 
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