Diogo Vitório O que eu poderia fazer? Quando tudo ia sendo feito, como se tivessemos voz? Desde que Isabel naquele hospital eu não sai dali. Tinha culpa, medo, receio, e alegria pela vida dela e do meu filho. Temos a mania de ir aceitando o que a vida vem nos oferecendo, e de alguma maneira nos anulando nisso. Zaya e Marcos pareciam ter a boa vontade do mundo inteiro. Mas em momento algum eu tive voz. E Quando Isabel surtou comigo no quarto, a situação já era desconfortável, incomoda, porque havia seis pessoas num quarto, num quarto de dois por dois metros. m*l havia como respirar, e não era só no quarto, por toda a casa. Livrando apenas o bebum não estar mais ali, eles agiam como se não houvesse um mundo do lado de fora. Eu sai daquela casa, tomando o máximo de ar possivel, ainda e

