Diogo Vitorio Eu não queria ser enganado, e por um instante acreditei que nem a própria Isabel saberia de quem era aquele bebê. Ela estava casada com Grego, bonita, jovem, o que eu poderia esperar? Fidelidade a mim? Queria, mas como, se nem eu era. Se fosse Cassia, eu jamais duvidaria. Mas era Isabel. Estava disposto a pedir DNA, sim. Mas a dor que vi em seus olhos, já não me dava tamanha certeza se eu queria ir tão longe. Não queria perder, o que eu não tinha, Isabel não era minha, nunca foi, nem mesmo na cabana quando a tive, ela era minha. Pertencia a outro e por ele, era capaz de tudo. Ela saiu apressada depois de me confessar tantos nãos, talvez por raiva. Eu prefereria mil vezes aquela Isabel, a que grita, que fala, que ruge, a uma mulher calada, uma mulher que mata no silenci

