Bom de números

1684 Words

Diogo Vitório — Você não vai esperar ninguém, Alexia — eu disse, a voz baixa e perigosa. — Você vai para a sua sala. Agora. — Pai! — ela protestou, mas eu já tinha voltado meu olhar para o "Dadai". — E você... — saboreei oolhando para ele como se fosse uma prova de crime. — fique longe da minha filha O garoto engoliu em seco. O sorriso ameno vacilou por um milésimo de segundo. — Ei, doutor, não fale assim com um aluno! — A funcionária cheinha se meteu, a voz subindo dois tons em uma coragem que eu não esperava. — O Adailton é um aluno desta instituição, e aqui dentro, somos responsáveis por ele. Eu a encarei com a dureza de quem já lidou com coisas muito piores que uma secretária atrevida. Eu não estava ali para discutir pedagogia. — Seu pai? — Adailton perguntou, a voz agora carreg

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