Diogo Vitorio No início até pensei que ela entenderia, mas quando descobriu quem era a jovem. Eu estava numa das fazendas, quando a notícia chegou. " Patrão" O caseiro chegou sem fôlego, segurando o chapéu. Ele tinha receio de falar, me chamou, e eu só abaixei a cabeça para ouvir. " Estão dando uma coça na Joyce. Lá na fazenda nova". Mesmo que fosse de carro, não chegaria a tempos, quando cheguei, ela se arrastava, as marcas de rebengue, nas pernas, a pele mesmo morena, não escondia o sangue, a crueldade feita, seu cabelo preto cacheado, estava curto. As mechas cortadas pelo chão e grama. Olhei em volta, os empregados corriam. Me agachei. - Venha... Mas a linda cabocla deu com a mão ensanguentada. - Não, Não me toque. - Eu não respeitei, a colhi nos braços. - Quem fez isso? Eu sabia

