Pra você

1158 Words

Isabel Oliveira O dia trinta e um chegava, todo mundo nas suas tarefas, nas suas funções. Eu queria negar, como se fosse só um pesadelo, acordei olhando aquele homem dormindo no sofá da sala, sem camisa, o peito nu, a coberta cobrindo parte do abdomem até o quadril. Diogo Vitório nunca seria meu, ele sempre seria demais, até para os meus sonhos. Que quando a campainha tocou eu sequer me movi, porque eu compreendia a razão dele nunca poder ser meu, era muito. — E ai como...— Eu me virei vendo Zaya dá um giro no próprio salto, e me dar as costas. —Bell, pelo amor de Deus, cobre né. — Ela olhou por cima do ombro, o rosto vermelho. — Anda mulher. — Indicou com a mão, o cobertor rosa que Bruna tinha dado pra ele, estava mais descobrindo que cobrindo. — Não tem nada que Marcos não tenha.

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