Diogo Vitório Isabel me empurrou para um cubículo minúsculo, um depósito sufocante cheio de rolos de tecido, poeira e cheiro de bolor. Meus olhos estavam colados na fresta da porta de madeira. Eu m*l cabia naquele quadrado, um dos rolos caiu atrás de mim O sangue subiu para a cabeça, fervendo, quando vi Grego entrar. Aquele desgraçado... ele a segurou pela cintura com uma i********e que me fez trincar os dentes até a mandíbula doer. Ele encostou o rosto no pescoço dela, cheirando, sussurrando algo no seu ouvido que a fez tensionar. Eu apertei o celular na mão com tanta força que o plástico rangeu; a vontade era de chutar aquela porta, sacar a arma e acabar com a palhaçada ali mesmo. Ver aquele marginal marcando território naquela mulher era um insulto que eu não sabia processar. Não s

