Não tem nada haver

1295 Words

Diogo Vitorio Que eu estava decepcionado, estava. De cabeça cheia, também. Mas sedento pelo o seu beijo, pelo o seu corpo. Isabel me olhava dominada, e eu não abri espaço para mais nada. Mordi o seu lábio inferior devagar, ela gemeu de novo. - Ah, como esse gemido fode comigo! Bateu no peito, e só segurei a sua mão ali, a outra, já estava na sua b***a, ia a nuca. Eu a beijei como se fosse minha. E logo a ergui em meu colo. Ia colocá-la na bancada. - Não .. - Onde você quer? - Perguntei a mulher que só indicou para o lado. - Tem cama? - Claro né Vitório. Eu a levei para lá, para aquele quarto já montado, lençol simples novo azul e branco. Olhei em volta. - Vai me dizer que essa cama é... - Aí cala boca! - Eu m*l a coloquei na cama, ela me puxou pela calça, abriu o cinto, enquan

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