Isabel Oliveira Eu fiquei parada naquela estrada, enquanto aquele carros iam. Grego não ia voltar. Quando voltei ao prédio, pedi o número a síndica, mas não existia. Eu me sentia uma completa i****a. Não tive coragem nem de falar com eles, ia brigar, reclamar. Os dias foram iguais pra mim, entre enjoos e mudança. O que entrava de novo, eram só as perguntas, além do bebê de n**a, na casa de Zaya. - Bell, tá estranha? Comendo pouco, acha que eu não tô vendo? - Claro se tudo que eu como boto pra fora. Pra que vou comer, só pra vomitar? Ela bufou chateada. Mas sim, eu já sentia, o peso nas m***s, os enjoos matinais, a pele mais limpa. Eu era cobra criada, embora m*l, aquilo não tinha acontecido só uma vez. Tinha sido três. E agora, a mulher de vinte nove anos só adiava, mais uma vez

