ASTRID Sentia-me violada outra vez, porque sou tão fraca. Apenas chorava, senti os braços do meu filho, chorei ainda mais, como irei defender ele se nem consigo defender a mim. Nem sei por quanto tempo chorei, ali agachada no chão, então escutei baterem na porta. Não queria abrir, congelada por meus medos. Pietro abriu a porta, não levantei a minha cabeça, mas sabia que um homem poderoso estava ali, sua voz forte, quando falou que veio nós levarmos, olhei na sua direção. Ele era alto, pele branca, cabelos negros bagunçados, olhos castanhos, usava roupas informais, mas elegantes, dava para ver que era vaidoso, o seu perfume tomou conta de todo o ligar, a presença dele com certeza era marcante, porém depois de muito tempo não me deixou com medo. Ele deu liberdade para me arrumar. Lav

