OLIVER Saí de casa com um dos seguranças junto, porém fui a dirigir, queria chegar rápido lá, quando estacionava na “boate” que já conheço, recebi a ligação da minha mãe, saber que ela chamou o meu nome, fez um nó na garganta. Entrei pelos fundo, pois conhecia o dono, e já havia avisado da situação, até menti um pouco, uma mentira que queria que fosse verdade. Falei-lhe que a minha namorada estava ali, e havia passado m@l. Entrei no banheiro feminino, pedi que abrisse a porta, o que ela fez, se jogando no meu braços. Apertei ela contra o meu corpo, queria poder tirar toda a dor que existia nela. Ver o seu choro de dor, machucava o meu peito. Ela dizia coisas sem sentido, mas entendi o que era. Elas estavam na despedida de solteiro de uma senhora que iria se casar pela quinta vez, s

