Ponto de vista de Seraphina Seus dedos ásperos me exploravam com uma precisão lenta, quase c***l, pressionando e sondando as paredes úmidas e aquecidas da minha passagem apertada. Enquanto isso, sua voz profunda e aveludada, como o sussurro de um demônio, enrolava-se ao meu ouvido, descrevendo em detalhes vívidos tudo o que ele "descobria": "Aqui... tão encharcada que é difícil de acreditar, quente e apertada, como uma pequena boca ávida chupando meus dedos..." A ponta de seu dedo circulava deliberadamente uma prega particularmente sensível, aplicando pressão suficiente para me fazer estremecer. "E aqui... tantas ondulações, todas tremendo. Ainda lembra do prazer que aquele brinquedinho te deu, não é?" Seu nó do dedo passava sobre o local, provocando uma fricção aguda e formigan

