Ponto de vista de Seraphina Ele fez uma pausa, como se estivesse saboreando a expressão no meu rosto - como toda cor desapareceu e minhas pupilas se contraíram de puro pânico. Ele podia sentir tudo, como meu corpo se contraiu insuportavelmente apenas por aquelas palavras. Então, lentamente, com uma espécie de elegância perversa, ele continuou a descrever aquele cenário perturbador: "Então... Vou vedar seu colo com um brinquedo vibrante... mantê-lo vibrando, selando... para que minha urina fique ali, dentro do seu útero aquecido... esquentando com a sua temperatura corporal..." Seus lábios pairavam perto do meu lóbulo, cada palavra como veneno escorrendo direto para os meus nervos. "Quero que você vá trabalhar assim... carregando o meu calor. Converse com seus colegas, misture-se

