Ponto de Vista de Seraphina Julian - o subgerente da filial. Que cretino. Eu já suspeitava que havia um traidor na empresa, mas não esperava que fosse ele. "Bem, bem, querida. Que tipo de cavalheiro trata uma dama assim?" Julian disse com aquela voz melosa e falsa dele. Ele entrou, bateu a porta e acendeu a única lâmpada no teto - coberta de teias de aranha, lançando um brilho amarelo doentio. Ótimo. Um cenário direto de um filme de terror. Era só o que me faltava hoje. Agora eu conseguia finalmente ver o quarto. Parecia uma cápsula do tempo dos anos 70 - mesa de jantar empoeirada, sofá com molas saltando e uma daquelas antigas TVs de chão robustas. Nota mental: Se eu sair viva daqui, o Sebastian vai ter que pagar pela minha lavanderia. "Olha só como te amarraram,

