Bruno ficou parado na soleira da porta, perplexo com a aparição repentina da misteriosa mulher. Ele franziu a testa, tentando entender como ela sabia onde ele morava e o que estava fazendo ali. " Como sabe onde eu moro? E o que você está fazendo aqui?", perguntou ele, sua voz soando cautelosa. A mulher sorriu enigmaticamente, seus lábios pintados de vermelho se curvando em um sorriso intrigante. "Ah, Bruno, sempre tão direto", disse ela, sua voz suave e melodiosa. "Você disse para o investigador para eu vir até você. A cigana que você busca há tanto tempo, a que tem as respostas que você procura." Bruno ficou ainda mais confuso com as palavras enigmáticas da mulher. Ele deu dois passos para fora da casa, aproximando-se dela com cautela. Seus olhos correram pelo traje exótico da mulhe

