*** Bruno despertou de seu estado de sonolência, seus olhos semicerrados se ajustando lentamente à luz. Uma enorme caneca de café estava sendo segurada diante dele, e ao erguer o olhar, ele viu Helena. "Onde estou?" Bruno perguntou, sua voz ainda rouca pelo sono. Helena o encarou com uma expressão serena. "Você está no sofá do meu apartamento", ela respondeu suavemente. Bruno franziu o cenho, tentando recordar como havia chegado ali. "Como vim parar aqui?" ele questionou, sua mente ainda turva pelas memórias fragmentadas da noite anterior. Helena olhou para Bruno com um misto de preocupação e frustração. "Eu adoraria saber como você acabou bêbado no estacionamento do meu prédio ontem à noite", ela respondeu, sua voz contendo um tom de reprovação. Bruno se ergueu do sofá, sua cabeça l

