Os anos haviam deixado marcas na vida de Bruno e Helena, mas também os haviam fortalecido. Naquela tarde tranquila, a serenidade do quintal de sua casa no bairro nobre de São Paulo era interrompida apenas pelo som suave das peças de xadrez se movendo sobre o tabuleiro. Retratos adornavam as paredes, contando a história da família que ali residia. Dante, o filho mais velho de Bruno, sorria ao lado de sua esposa Maria e do pequeno Nilton, o neto que encheu a casa de alegria e risos. Isabel, a filha do casal, estava representada ao lado de Caleb, seu marido, ainda sem filhos, mas radiante como sempre. Antônio, um dos gêmeos de Helena, exibia orgulhosamente sua família, ao lado de Melissa e de suas duas filhas, Sofia e Lena, cujas risadas ecoavam pelas memórias daquela casa. Enquanto isso, Em

