lúcifer - até congelo o inferno por você.

446 Words
São 3 da manhã, meu turno como garçonete tinha acabado e já está na hora de fechar porém ainda tem um cliente no canto do bar bebendo. Encosto e vejo seus olhos brilhar em um tom vermelho, pisco os olhos, deve ser o cansaço me fazendo ver coisas. - Senhor queremos fechar, poderia se retirar por favor! - ele leva o copo na boca e me responde. - claro linda - ele se levanta - meu nome é lúcifer aliás S/n. - e sai pela porta do bar. - estranho - vou arrumar a mesa e assim que terminei começou a chover. Vou no fundo, pego minha mochila e visto uma blusa de frio, fecho as porta e guardo a chave na mochila, estava frio demais e havia várias pessoas na frente do bar, vejo as horas e ainda eram 3:30, não queria ir embora sozinha a pé, justo aquele dia minha moto foi pro mecânico, fui ver se tinha urber e não havia nenhum na região.  - Sabia que é perigoso uma mulher bonita como você ficar sozinha assim na rua a essa hora? - sei! mas não tenho opção, já que não tem uber e não trouxe guarda-chuva pra ir pra casa, é esperar a chuva passar. - eu tenho um guarda-chuva, te acompanho! Não era boa ideia porém sozinha no bairro de periferia seria pior. - okay mais se tentar alguma gracinha te quebro.- ameaço e ele sorrir da minha cara. Fomos conversando pelo caminho e ele não falava muito só me escutava tagarelar, me entregou na porta de casa e se despediu. Fazia um mês desde o ocorrido e a gente sempre conversamos no bar já que ele ia lá direto, e hoje no meu aniversário ele me conta que é o d***o, me mostrando os olhos e precisando meu pescoço com a mente. - você está bem ? - ele segura minha mão e eu a puxo. - precisava me enforcar desgraça? - foi m*l mais foi a primeira coisa que me passou pela cabeça de demostrar meus poderes. - mais porque você ainda tá na terra sendo que tem que governar o inferno? - vim atrás de uns demônios que estavam fora da linha e acabei te conhecendo. - no inferno é muito quente? - em certas áreas, mais por você até congelo o inferno.- ele pisca pra mim. - tu flertava melhor antes. - sorrimos e ele segura minha mão me aproximando do balcão e me beijando lentamente, nos separamos pois um cara me chamava pra dar uma cerveja pra ele. - posso esplodir ele?- ele sussurra no meu ouvido antes de eu sair. - não - Gritei.
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