Não fui trabalhar, pedi que Sarah avisasse a James.
Fiz um jantar pra nós, éramos amigos há anos. Ele saiu da mansão dos pais pra morar comigo quando os pais dele lhe quiseram impor uma esposa. James recomeçou e sua fortuna já beirava a de seus pais.
Eu estava imersa em lembranças na maior parte do processo de cozimento, tentando não pensar muito sobre o que eu ia fazer esta noite. James Darcy tinha ido longe demais. E eu estava exposta, não dava pra voltar.
Talvez estivesse sendo radical, mas ele também havia sido.
Fiz o prato favorito dele. Coloquei um vestido que ele me deu.
Era um anjo com o d***o no corpo!
Escovei o meu cabelo desgrenhado e o enrolei-o um pouco, uma maquiagem leve.
James tinha poder sobre mim, agora eu precisava saber se era recíproco.
Os passos de James indicavam que ele estava do outro lado da porta, o barulho de suas chaves e o giro delas destravando a porta.
— Oi — eu disse baixinho, olhando para ele.
— Ei, Tati — James disse— O que aconteceu? Por que você não foi ao trabalho? Sarah pediu que eu viesse sozinho.
— Precisava de um tempo só pra mim — respondi vagamente, indo para a cozinha. — Eu cozinhei o seu prato favorito.
— Sério?— Ele parecia uma criança no Natal — Eu amo quando você cozinha
Inferno, ele gosta tanto da minha comida que é a única razão para ele ficar e não estar fodendo a xoxotinha da namorada, eu pensei amargamente.
— Aproveite — eu disse com um riso falso, colocando o prato principal na mesa.
— Qual é a ocasião? — ele disse se servindo.
— Talvez seja o dia em que eu irei seduzi-lo — ele riu até eu parar ao seu lado, aí ele entendeu que eu falava sério.
— Não sei, Tati…
Não respondi, peguei sua mão e coloquei embaixo do meu vestido, o encarei, quando rebolei contra ela.
O plano era deixá- lo duro e sair pela porta, dizendo a ele o que a única comida que ele teria era a que foi servida. No entanto, o meu plano falhou quando ele empurrou minhas costas sobre a mesa e começou a beijar minha boca.
Ouvi as coisas sendo empurradas para o chão, vidros quebrando, mas tudo perdeu o interesse quando ele afastou minha calcinha e colou os lábios em minha b****a.
Segurei seus cabelos, esperei tanto tempo para isso.
A língua de James deslizava por meu c******s devagar, me fazendo ansiar.
— James! — gemi.
— O que você quer?
Ainda não tinha sido suficiente
— Me f**a — eu pedi com a voz rouca.
— Seu pedido é uma ordem!
Ele se livrou do jeans e prla primeira vez eu vi seu p*u, grande e grosso, empurrei meu quadril, e ele me penetrou, estocando, fazendo com que eu me alargasse para comportar sua grossura.
Transamos como dois animais famintos, o pai drle cada vez mais duro em minha b****a cada vez mais molhada.
Arfavamos.
— GOSTOSO! — gritei e ele bateu na minha cara.
— Puta com cara de anjo, eu vou te encher de p***a Tatiana.
Ele grunhiu e me pegou com mais força, gozei e não parei de rebolar, não tinha mais qualquer juízo na minha cabeça.
Ele então arfou. Cumprindo sua promessa.
— Você é tão perfeita.
— Queria te dar uma razão melhor do que a comida pra você ter qualquer contato comigo.
— Você estava acordada na noite passada — ele me encarou.
— James, eu vou dizer isto uma única vez. Não discuta ou me interrompa, — comecei, inclinando-me para que os nossos rostos estivessem a polegadas de distância. — Eu vou sair agora. Quando eu chegar, é melhor você ter ido embora. Eu não quero mais dividir nada com você.
Sua expressão não tinha mudado, devido a seu estado de choque.
— Ah, deixe as chaves na minha caixa de entrada do escritório.
Eu enfiei um sobretudo que estava no sofá da sala e saí.
A p***a de James estava no fundo da minha calcinha, mas ele jamais estaria em minha vida novamente.
Em alguns momentos devemos seguir mesmo querendo ficar.