Madson Bianchi Corro para o chuveiro, deixando a água morna relaxar meus músculos enquanto meu corpo ainda pulsa com uma mistura bizarra de adrenalina e tensão. Termino a higiene pessoal, sinto-me revigorada e volto para o quarto, mas só encontro um cômodo vazio e impessoal. Para piorar, noto que o lençol da cama foi trocado por completo, como se ele quisesse apagar qualquer vestígio de que estivemos no mesmo espaço. Lucca nem sequer se despediu de mim antes de sumir. — O que você esperava? Que ele te esperasse para dormir de conchinha? Acorda, garota! — sussurra a voz irritante da minha própria consciência. — Cala a boca, consciência desgraçada! — retruco mentalmente, revirando os olhos. — Ah, Madson... que noite maravilhosa, hein? — continua a ironia interna. Bufando, apago as luze

