Anos atrás… Amélia descia as escadas correndo. Queria sair dali, ficar longe, mas acima de tudo, ficar longe de Arthur. – Amélia, meu amor!… Espera, eu posso explicar! – disse ele. – Fique longe de mim, Arthur! Eu não quero ver você nunca mais! Ele consegue alcança-la e segura em seu braço. – Me solta, Arthur! Me solta agora! – ela se debatia. – Você é um monstro! O que você fez não tem nome! – Quer dizer que sou um monstro por pensar na minha família?!… Amélia, entenda. Se essa criança estivesse aqui, o patrimônio teria que ser dividido com ele também. Seu pai pode até ter renegado a Laura, mas sabemos que um neto amolece o coração de qualquer avô. O que será do nosso filho, teria que ser dividido com o rebento dela! Eu fiz isso por nós! – Não!… Fez por você! Porque é um maldito ga

