Na segunda-feira, devido à carga de trabalho excessiva com a qual Jonas estava lidando, ele havia se esquecido momentaneamente do que havia acontecido na sexta-feira à tarde com sua nova secretária e, embora pensasse nela, seu lado obsessivo havia sido deixado de lado, pelo menos por algumas horas.
Naquela segunda-feira, ele teve que comparecer a uma reunião com os Conselheiros e chegou ao seu escritório mais tarde do que o habitual. Ao passar pela porta, seus olhos encontraram os de Laura, que estava lendo silenciosamente uma revista que a loja tinha em oferta.
— Senhorita Laura. Ele a cumprimentou quando a viu e a jovem pulou de susto.
— Boa tarde. — Ela cumprimentou, cobrindo a boca, ignorando a ousadia dele. Desculpe, bom dia', ela fixou sua saudação e se levantou para seguir seu chefe em um trote suave.
— Bom dia, tudo bem? — Jonas perguntou sem olhar para ela.
— Sim. Ela respondeu confiante, olhando por cima do ombro para sua mesa. Bem, não…
Jonas olhou para ela e se perdeu em seus cabelos lisos e olhos opacos. De alguma forma, a jovem sorriu de orelha a orelha, mas tudo nela parecia triste, como uma flor murcha.
— Sim, senhor. — Ela obedeceu, com o olhar escondido.
— À tarde, você pode começar a registrar os contratos e revisar minha agenda para terça-feira. Alguma pergunta? — ele investigou para ver se a jovem havia entendido.
— Não, não… Acho que não. — Ela respondeu incerta e sorriu igualmente. Posso ligar para você se algo acontecer?
— Algo? — ele bisbilhotou e aproveitou o descuido de Laura para olhar para a b***a dela.
“Aposto mil que ela não usa sutiã?” — Ele interrompeu sua consciência e, quando Laura se virou novamente, carregando grandes arquivos nas mãos, os olhos de Jonas estavam fixos em seu peito somente para descobrir que sua consciência, a que parecia mais pervertida e desperta do que ele, estava certa.
Através da seda branca da blusa que a empresa exigia que ela usasse, a curva perfeita de seu seio se delineava, diante dos olhos de Jonas, uma bela forma que ele ansiava por tocar e sugar.
Ele limpou a garganta nervosamente e deu alguns passos para longe dela. A jovem insistiu em se aproximar dele sem ter consciência do que estava criando nele. Ele se pressionou contra a mesa da garota e escondeu sua ereção de vergonha, xingando-se baixinho e odiando-se por um momento tão embaraçoso.
— Quando insiro relatórios, tenho que arquivá-los aqui, certo? — Ela perguntou.
— Muito inteligente. — Jonas respondeu apressadamente, e quando Laura se virou para encontrar sua cadeira, ele correu para seu escritório. Laura, preciso fazer algumas ligações, com licença! — Ele gritou da porta de seu escritório e fechou a porta atrás de si.
Ele se apoiou na mesa para respirar melhor e tocou o rosto, querendo entender por que estava com tanto calor. Um fogo que ele não sabia de onde vinha e que se manifestava até em sua pele. Ele esfregou seu m****o ereto sobre as calças e afundou na cadeira.
Ele não estava em condições de abaixar as calças e se masturbar para acalmar seu apetite s****l, então foi forçado a esquecer a situação e pensar em nós.
— Estou todo ouvido, Srt.ᵃ Laura, respondeu Jonas, sentando-se, admirando-a nervosamente.
Laura olhou ao redor com os olhos arregalados e se sentiu desconfortável no escuro, mas elegante escritório particular do homem.
— Não sei o que fazer. Sei que sou secretária dele, mas não conheço meu trabalho. Murmurou a jovem tímida, mordendo o lábio inferior.
Com isso, Jonas pulou da cadeira, animado com as insinuações inocentes da menina, que continuou a admirá-la com os olhos arregalados.
— Esses olhos dizem f**a-me e de quatro, por favor. — Isso incomodou sua consciência e Jonas foi até a mesa de Laura, ignorando tudo o que estava acontecendo ao seu redor.
— Vamos ver, querida, aqui trabalhamos inserindo documentação no sistema da empresa — ele murmurou e notou as bochechas vermelhas de Laura, que estava intimidada pela forma como seu chefe a tratava. — Eles lhe trarão pelo menos cem relatórios diariamente e você deverá inseri-los em nosso sistema.
— Tudo bem, ela respondeu, tocando seu pescoço dolorido.
— Vou lhe atribuir uma senha e... Ele ficou em silêncio quando o telefone do escritório tocou e se levantou da cadeira de Laura para atender a ligação. Você também tem que atender minhas ligações, verificar e organizar minha agenda, disse ele antes de pegar o telefone.
Laura concordou e sorriu ao ver o quão dócil o homem parecia, e de longe ele sonhou acordado por alguns minutos, imaginando-se como uma secretária eficiente, além de bonita, muito magra e vestindo roupas elegantes. O interessante sobre seus sonhos era que, em sua vida paralela, ela não era casada nem sofria abusos, e Bruno não inundava seus pensamentos ou medos.
— Ok, Laura, vamos continuar. Tenho que ir a um almoço importante e não quero atrasar você. — Jonas interrompeu, e Laura se virou para olhá-lo com curiosidade. Explicarei como usar nosso sistema e lhe darei a manhã para se familiarizar com os arquivos e a entrada de relatórios.
Quando chegou a hora do almoço, ele fugiu sem muitas explicações, evitando Laura, sua saia justa e a curva de seus s***s aparecendo através da blusa. Ele fugiu, intimidado e animado, pensando que talvez tivesse sido um erro contratar Laura no calor do momento, um impulso que o deixaria animado a maioria do tempo.
O almoço foi agradável e o ajudou a esquecer o que estava acontecendo na privacidade de seu escritório. Ele fechou alguns contratos com um novo empregador e retornou à empresa tranquilo, mais confiante do que nunca.
Ao longo do caminho, ele pensou nos problemas que Laura traria para seu desempenho diário e mensal e considerou seriamente demiti-la. Ele se odiou por sua decisão precipitada e encontrou pelo menos três desculpas para demiti-la. Desculpas que não pareciam sérias nem lógicas, mas ele as guardou em seus pensamentos até que entrou no escritório que dividia com a garota e seu rosto angelical o fez esquecer tudo.
Laura já estava atrás de sua mesa, trabalhando seriamente e, para sua sorte, usava um colete fino que escondia seus s***s simétricos. Jonas suspirou de alívio e entrou no local com um sorriso.
— Você não ia demiti-la? — Isso incomodava sua consciência e ele se esquecia quando ela sorria para ele.
— Sr. Jonas, estou feliz de que você esteja de volta. — Ela cumprimentou, tão feliz que Jonas se sentiu pior.
Ela se levantou da cadeira e olhou para ele com os olhos arregalados.
— Qualquer notícia? — ele perguntou e se sentiu confortável com Laura na sua frente.