— Índia — — Mamãe, acorda! – Luana pula em cima de mim, às 11:30 da manhã. Coço os olhos sentindo o serzinho se balançando em cima da minha cama e me dando cheiro. Luana foi se tornando cada vez mais especial, como um filha, e agora, ela me chama apenas de mãe. Nunca fiquei tão feliz por isso. — Oi filha. Tá um pouco cedo, né? – Pergunto e ela ri, logo vem por baixo da minha coberta e me abraça, deitando à cabeça no meu peito. — A tia Eliza tá lá em baixo, e acho que estava chorando. – Ela diz sussurrando, como se estivesse falando algo errado e eu rio, mas depois me preocupo. — Como assim chorando? Tio Pitbull veio com ela? – Pergunto. Adoro minha filha, gente. Ela me conta os babado tudo. — Nããão! Tá sozinha! – Dou um beijo em sua testa e levanto, prendendo meu cabelo e escovando os

