— Luara Cavalcanti — Chegamos num beco fétido, com um cheiro h******l de mijo e um monte de lixo espalhado pela rua. Passo por aquele lugar sentindo enjôo, passo a mão na barriga e abano meu rosto após sair da moto do Bradock. Me escoro nele e fecho os olhos, respirando fundo. Sinto a bule subir na minha garganta e me afasto pronta pra vomitar, mas seguro e engulo de novo. — Vamos sair daqui. – Bradock monta na moto de novo. — Não. Vamos logo. Quero ver a casa dela. – Entro dentro da casa de madeira remendada, suja e calorenta com um cheiro podre de comida estragada. Vou em direção a pequena estante com a porta quebrada e puxo uma pasta azul, lá está todos os documentos do menino que pela certidão, chama-se Leonardo Moreira e tem 2 aninhos. Olho em volta e fico triste com o estado precá

