MARIANA Sinto o cheiro de suor do seu pescoço e inspiro bem ali, como diz a minha mãe, um cheiro no cangote. Vinícius se arrepia inteiro apertando ainda mais o seu braço em minha cintura. A verdade é que estou cansada, e minhas pernas estão sem forças, uma trepada para acabar com você, literalmente. - Essa posição não está confortável para você creio eu. Venha vamos levantar. - Se eu pelo menos tivesse sentindo minhas pernas. - Resmungo baixo e ele solta uma gargalhada que meu pai do céu. O riso reverbera por todo o meu corpo e me faz arrepiar. - Além do mas está com frio, mais um motivo para sairmos daqui. - Alisa o meu braço. Mas merda, isso não é frio. Tenho certeza que não. Levanto primeiro, e me equilibro para não cair tropeçando nos próprios pés. Em seguida ele também levanta e

