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1475 Words
Olívia Abro meus olhos lentamente, parece que existe nesse momento duas lâmpadas dentro deles, os fecho novamente com dor, minha cabeça dói como se eu tivesse levado uma pancada bem forte, minha garganta também está seca e eu não consigo falar uma palavra se quer. Tento me levantar mas falho e me deito em seguida. Meu corpo está molhado de suor, minhas roupas estão grudadas em mim e sinto-me incomodada, preciso de um banho urgente. Quando consigo enfim me levantar, percebo que não estou no meu quarto, que lugar é esse? Tento me lembrar de algo da noite passada e não consigo, aí meu Deus! Será que eu transei com algum estranho? Não não... Não pode ser, eu nunca faria isso. Ando de um lado para o outro e encontro a porta, saio por ela e vejo um pequeno corredor e uma escada que certamente leva para a sala de estar, desço por ela e sinto um cheiro bom de café fresco invadir minhas narinas. Olho para cada canto e meu coração acelera quando reconheço a silhueta bem desenhada de costas para mim, Agnelo, ele está usando um short folgado e está sem camisa, seu cabelo está solto e bagunçado, ele é tão grande e forte que nesse momento tudo que eu tenho vontade de fazer e ir até ele e abraçar essas costas forte. Mas então a indagação vem, dormimos juntos? Fizemos sexo? Merda eu não me lembro, infelizmente porque se aconteceu, foi bom pra c****e. Queria tanto lembrar. "Bom dia..." Limpo a garganta e falo baixinho. "Oh, bom dia bela adormecida que bebe até perder a consciência." ele fala em tom irônico. "Gostaria de um café?" "Por favor. Minha cabeça está explodindo." Falo e me sento no sofá. "Aqui está. Aqui também tem um remédio para ressaca." Ele estende para mim uma xícara de café e uma cartela de comprimidos. "Obrigada." Agradeço e tomo o café com muita vontade. Minha barriga está roncando mas depois eu encho ela. "Se não for muito incomodo, será que você poderia me dizer como eu vim parar aqui? Não me lembro muito, sabe." "Encontrei você bebendo até cair em um bar ontem, para evitar demais transtornos, trouxe-a para cá. Algum problema?" "Não, nenhum." Respondo e dou de ombros. Enquanto eu tomava minhas três xícaras de café, Agnelo estava dentro da cozinha fazendo alguma coisa, o cheiro estava muito bom e eu não via a hora dele me oferecer logo, minha barriga estava comendo minhas costas de tanta fome. Olho para o relógio e são oito da manhã, que droga! Achei que era meio dia. "Está com fome?" Ele pergunta da cozinha. "Quase morrendo..." Falo e ouço ele dar uma risada baixa. "Sente-se aqui à mesa, preparei algo para você comer. Tenho experiência em ressaca e sei que dá uma fome sem fim." Ele fala e eu corro para a mesa. Em seguida ele coloca várias coisas gostosas na mesa. Entre essas coisas estão, pão, bolo, pão de queijo, queijo puro, café, leite, suco, rosquinhas, entre outros. "Será que não é um pouco de exagero apenas para duas pessoas?" Indago já com um pedaço de pão na mão. "Se você soubesse o tanto que eu como..." Ele fala e eu não consigo pensar em outra coisa que não seja algo s****l. Minha barriga está tão vazia que eu começo a comer rapidamente de cada item que tem nessa mesa, também observo os olhares de Agnelo para mim e sinto uma tensão se acumular no meio das minhas coxas, o jeito que ele mastiga é tão sexy... Que lábios hein Agnelo... Preciso tomar um banho urgentemente! "Nossa estou muito cheia!" Exclamo alisando minha barriga após ter comido horrores. "Muito bem, senhorita." Ele fala e da um sorriso de lado para mim. Droga Agnelo, não sorri assim para mim. "Escuta, será que eu posso tomar um banho?" Pergunto sentindo um calor incomum percorrer meu corpo. "Em seguida eu prometo que vou embora e não vou mais incomodar." "Claro que sim. Para a primeira pergunta, e a senhorita tem muita coisa para me explicar antes de ir embora, para a segunda frase." Ele fala e eu pergunto-me o que seria. Porém, não tenho nada a esconder. "Certo, então. Onde fica o banheiro?" Pergunto quando lembro-me de não ter visto nenhuma porta que aparentava ser de um banheiro. "Atrás da porta do quarto tem outra porta, de vidro." Eu assinto e subo até o andar de cima. Chegando no banheiro, tiro minhas roupas e entro rapidamente para o box, ligo o chuveiro e me delicio com a água gostosa caindo sobre mim, está um dia chuvoso lá fora, mas o calor que sinto é sobrenatural, aproveito para lavar meus cabelos, preciso muito tirar todo vestígio de álcool do meu corpo, estou ficando enjoada só de sentir o cheiro, já não basta ter que encarar minhas roupas sujas depois disso. Termino meu banho e procuro a toalha que não encontro, pronto, esqueci de pedir uma toalha. "Achei que você iria precisar disso." Me assusto com a mão de Agnelo na porta do banheiro segurando uma toalha. "Que susto!" Exclamo com a mão no peito e pego a toalha. "Estou muito apertado para usar o banheiro e só tem esse aqui em casa, você se importaria se eu..." Ele fala mas o interrompo. "De jeito nenhum. Eu que estou incomodando você, e além do mais, não é nenhuma novidade para mim o que tem aí dentro desse short." Falo e vejo ele entrar com tudo no banheiro. "Posso garantir que ele pode te fazer sentir muitas novidades." Ele fala e pega na minha cintura, fazendo assim a toalha cair. "Oh, céus Agnelo!" Exclamo querendo mais contato com seu corpo. "O que foi? Também não é novidade nenhuma para mim o que tinha debaixo dessa toalha." Ele me aperta ainda mais contra seu corpo, suas mãos firmes marcam minha cintura e eu sinto o volume contra minha barriga. "Você não estava apertado para usar o banheiro?" Pergunto gaguejando sentindo minha i********e ficar úmida. "Não percebeu que era apenas uma desculpa para te ver nua?" Ele fala claramente e eu já tenho meus s***s duros implorando por seu toque. "Quero estar dentro de você outra vez Olívia, quero muito. E outra, outra e outra vez, para talvez assim, matar a minha vontade que cresce a cada minuto desde que transamos pela primeira aa vez." Ele fala destruindo toda minha resistência por ele. "Oh, merda..." Sussurro quando sua mão desce para minha i********e que me entrega de tão molhada que estar. "O que foi? Falei ou fiz algo que não gostou?" Ele indaga beijando meu pescoço fazendo-me ir a loucura. "Quer que eu pare?" Ele pergunta baixinho e brinca com meu c******s inchado e pulsante. "É só você pedir..." Mais uma vez ele fala e enfia um dedo dentro de mim, quando um gemido alto escapa dos meus lábios. "Você não é louco de parar com isso..." Sussurro deliciando-me com o toque magnífico e mágico das mãos desse homem que me enlouquece. Sinto um sorriso baixo sair de sua garganta, ele gosta de saber que me deixa a delirar. Quando dou por mim já estou rebolando em seu dedo e gemendo feito louca, enquanto Agnelo brinca com meus s***s e chupa meu pescoço com força, marcas ficarão e eu terei de cobrir com maquiagem. Quando estou vendo estrelas a ponto de ter um orgasmo com apenas dois minutos, o maldito para deixando-me frustrada e quase chorando de t***o. "Por favor... Não para..." Imploro mas ele me vira de forma brutal contra a parede e tira o p*u para fora. "Quero que goze no meu p*u, quero sentir sua carne me apertar, quero preencher essa b****a linda e gostosa." Ele fala e então me penetra com força, com ele sempre será assim. Solto um gemido de dor, ainda não me acostumei com esse tamanho não. Ele percebe e então para por alguns segundos deixando um rastro de beijos pelas minhas costas. Quando estou rebolando para que ele prossiga, ele assim o faz, começa as estocadas profundas e fortes, não consigo contar, só sei que já estou explodindo em milhares de sensações com o corpo tremendo e gemendo, minhas unhas estão encravada nos braços fortes que me seguram e eu sinto como se o prazer fosse infinito. Obrigada Agnelo por me mostrar o que é sentir prazer, obrigada também por me viciar nisso. "c*****o! Gostosa para c*****o!" Ele grunhi e me penetra freneticamente sem parar, de repente ele para e geme alto, em seguida tira seu m****o de dentro de mim. "Ainda não acabei com você, você é deliciosa demais e está aqui na minha casa a minha mercê, acha mesmo que vamos fazer só essa vez?" "Não, não acho não." Exclamo e pulo em seu colo, sentindo seu p*u ainda duro eu encaixo nele e começo a rebolar.
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