O ar pareceu mais denso ao redor de Mark. Ele olhou para a porta, bateu o telefone, subiu em sua bicicleta e foi embora. Seu coração batia forte, não apenas pelo esforço, mas pela expectativa do que estava por vir. Não deu quinze minutos e a bicicleta do jovem já estava na garagem da casa de Peter. Ele desceu rapidamente, secando as mãos suadas na calça antes de tocar a campainha. O som da tranca girando pareceu ecoar alto demais, aumentando seu nervosismo. Ao entrar na sala, Mark sentiu um perfume adocicado no ar, um aroma que ele não reconhecia, mas que lhe pareceu sedutor. Seu olhar percorreu o ambiente até se deter em Dona Carmen. Ela estava diferente. Vestia uma blusa simples, mas a saia era a mais justa que ele já a tinha visto usar. O tecido se moldava ao corpo dela de um jeito que

