Peter tenta segurar Iana com todo o cuidado, mas seus esforços parecem apenas intensificar os gritos dela, enquanto ela se contorce em agonia. Então, algo surpreendente acontece: os gritos de Iana parecem ecoar como uma antiga melodia na mente de Peter, uma lembrança que ele não consegue acessar completamente. Os mesmos apelos desesperados que ecoam no quarto ressoam em sua mente: "Não bata nele, bata em mim, por favor, mas nunca nele." É como se essas palavras despertassem algo adormecido em sua memória, uma sensação de familiaridade que ele não consegue explicar. Uma sensação de déjà vu o envolve, como se ele já tivesse ouvido esses gritos antes, mas não conseguisse recordar quando ou onde. Peter sente como se estivesse à beira de uma revelação, uma peça crucial de sua própria históri

