Peter e Marcos deixaram a mansão em direção ao escritório, onde uma importante reunião os aguardava. Enquanto entravam no carro, ao lado de Marcos, Peter sentia uma inquietude crescente. Se não foi Hellen quem o ajudou naquela situação, então quem foi? A pergunta ecoava em sua mente, atormentando-o com a sensação de que ele poderia ter agido de maneira diferente. Por que não exigiu que Hellen revelasse a verdade sobre a pessoa cuja identidade ela usurpou? A vontade de voltar e confrontar Hellen era forte, mas Peter sabia que Bruna não permitiria que ele se aproximasse dela novamente. Ele sentia-se preso em um turbilhão de emoções conflitantes, sem uma saída clara, sentia vontade de se esmurrar por ter perdido a cabeça beijando hellen ao invez de fazer a pergunta mais importante: quem o sa

