Iana encarou Hugo com uma mistura tumultuada de emoções. Seu coração doía com a compreensão de que não podia oferecer a ele o que ele desejava. Ela o via como um irmão mais novo, alguém por quem nutria um carinho fraternal profundo, mas não como um parceiro romântico. A ideia de magoá-lo era como uma faca cravada em seu peito, mas ela sabia que não podia permitir que aquele momento passasse sem enfrentá-lo. Respirando fundo, ela se concentrou e olhou nos olhos de Hugo. Ela viu o medo brilhando ali, uma sombra escura de preocupação que a fez hesitar por um momento. Ela não queria perder a amizade de Hugo, mas também não podia comprometer sua própria verdade. Hugo prendeu a respiração, sentindo um medo terrível se instalar em seu peito. Ele temia não apenas não ser correspondido em seus se

