— Transe comigo. Sem cobranças e nem pressões, só me deite naquela cama e me mostre o que sabe fazer. Ouvir aquilo era tentador, mas eu seria um desgraçado filho da p*ta se me aproveitasse de seu momento de fragilidade emocional. Angelique se afastou para analisar minha expressão, ao perceber que eu não demonstraria nenhuma reação ela decidiu agir, levando as mãos até a f***a da toalha e me forçando a impedir que ela continuasse com aquilo. Ela se surpreendeu com meu toque em sua mão, as pupilas mais dilatadas que o normal. — Não acredito que seja imune a mim. Ninguém é! Você não ganha nada fingindo que não sente vontade de me f*der agora mesmo em cima de todos os móveis desse quarto! – Ela se irritou. — Você está certa. – Ela parou, surpresa com a minha confissão. — Qualquer hom

