Ninguém vai me prender de novo

1083 Words
Elena: Eu tive um pequeno desmaio na hora do meu orgasmo, afinal era minha primeira vez que está sentindo esta coisas. Escuto barulho de água pelo que parasse, aquele homem está tomando banho. Eu continuo com as mãos amarradas na cabeceira da cama, logo escuto o barulho da água sumiu e um homem musculoso sai do banheiro com uma toalha amarrada na cintura. Ele se aproxima da cama com seu corpo bonito e com algumas gotas de água escorrendo pelo seu peito. Ele se aproxima e diz: — Acordou passarinho? Com um sorriso nos lábios ela vai até o armário pegar outro terno. Ele começa se vestir, vejo seu pênis duro enquanto ele arruma nas calças me deixando vermelha de vergonha. Como ele ainda está assim depois de possuir meu corpo ferozmente. O terno que ele está usando é no tom de azul escuro, deixando-o ainda mais bonito, embora nem tudo que reluz é ouro. Eu olho para aqueles olhos frios e digo. — Me soltar por favor! Ele se aproxima da cama alisando meus cabelos e depois o meu corpo com muita desejo ele diz. — Eu ainda não acabei com você passarinho, vou usar seu corpo a noite toda, já que fui o primeiro, um grande sorriso de satisfação aparece no rosto, eu meio sem entender falo, não, você não foi o primeiro, eu tive um namorado, ela dar uma grande gargalhada e diz. — Ninguém nunca entrou ai além de mim. Ele fala apontando na minha v****a, enquanto eu ficou sem resposta, eu nunca tinha sentido esse dor me rasgado por dentro, mas o Miguel tinha até fotos para me incriminar, ele beija minha costa dizendo, eu volto logo para nós continuar passarinho, com um beijo nos meus lábios, ele sair do quarto, mas escuto ele dando ordens para alguém vigiar o quanto, depois que ele saiu fiquei pensando nas suas palavras que foi meu primeiro, mas como eu era virgem será que também foi enganada? Até nisto, memória vem a minha cabeça da noite que supostamente eu Miguel transamos, eu tinha bebido bastante com ele minha prima v***a, ele me levou para a sua casa, tiro minha roupa e as suas deitou em cima de mim, mas não lembro de sentir prazer ou dor, foi bem rápido, se levantou e eu apaguei, acho que foi só uma enganação para meu pai fazer eu me casar com ele, agora me olhando amarradas nesta cama eu percebo que ainda só aquela nerd burra, sair das garras do meu pai e continuei presa a minha vidinha, foi preciso um estranho me estrupa para eu ver como tão patética eu sou, lágrimas escorem pelo meu rosto, a dor que sinto no meu peito ainda é maior que a dor do meu corpo, porque os homens pensam que as mulheres são seus brinquedos e só porque são fortes podem nos prende para seus capricho, com muito esforço consigo solta as amarras das minhas mãos, meu corpo está dolorido, aquele homem foi muito duro comigo, olho no meio das minhas pernas e tem sangue seco grudado, mas não posso perder tempo me analisando, eu tenho que achar um jeito de sair antes que ele volte, procuro meu vestido, está com a parte de cima, r***o, meu sutiã está no chão junto minha bolsa, minha calcinha, não sei onde foi parar, visto o vestido mesmo r***o, vou até o armário onde vir ele pegando suas roupas, abro e escolho uma camisa das milhares que tem aqui, a camisa é preta para combinar com o meu vestido, dobro o vestido Coloco a parte rasgada para dentro e coloco a camiseta também para dentro. Deu uma impressão que estou de saia com uma camisa social. Agora preciso encontrar uma rotas de fuga. Me única solução é a janela, já que a porta está bloqueada. A janela é um pouco alto, com algumas árvores próximas, não tem como escalar com esses saltos, eu jogo minhas sandálias lá embaixo e começo a minha decidida. Vou me agarrado na perada da janela até próxima a árvore e me joga, quase caiu, mas consigo me segurar na árvore com muito esforço. Chego no chão, coloco minhas sandálias para não parecer suspeito para os seguranças. Eu tenho certeza que aquele homem é o chefe dos seguranças para estar espancado uma pessoas assim, o troglodita se acha o maioral que pode qualquer coisa até forçar uma mulher. Abro minha bolsa por sorte tem um batom, passo, arrumo os cabelos e vou caminhando para a saída da casa discretamente, aproveitando quando um grupo de pessoas está saindo, eu me misturo, pegou o celular e vou chamando um táxi, mas ninguém responde, parece que estou no final do mundo. Consigo sair pela portaria na hora que uma mulher louca começou a fazer um escândalo, para minha sorte sair rapidamente antes de ser percebida, tiro os saltos que estão me matando e caminho até um ponto de ônibus que para minha sorte logo aparece. Um ônibus que nem sei para onde vai, mas eu só preciso ir o mais longe possível. Depois que cheguei no meu apartamento eu comprei remédio para não engravidar, tomei um logo banho para tirar o cheiro daquele homem do corpo, nem todo o sabonete que usei conseguir tirar, parece que tinha guardado na minha pele. Antes de dormir eu tomei os cinco banho, não fui trabalhar. No outro dia eu estava com medo de saí de casa e encontrar ele, mas meus amigos não estão satisfeitos com isso. Tive que inventar uma mentira, tecnicamente não, bem mentira, o Miguel estavam mesmo na festa de noivado, eles não insistiram mais. Por vários dias fiquei em casa na segurança do meu apartamento, mas eu estava preocupada aquele homem não usou camisinha? Eu tinha tomado remédio, mas se ele tivesse alguma doença sexualmente transmissíveis. Então marquei várias exames e até passar com uma ginecologista, já fazia quase um mês, o que tinha acontecido, nas primeira semana eu não consegui pôr o pé para fora do apartamento, tive que tomar Ant. depressivo para me acalmar, o que deixo a médica preocupada. Ela fala que em caso de estrupo eu tenho que ir imediatamente para o hospital. Agora com quase com um mês eu possa está grávida, eu simplesmente apaguei. Sim, eu desmaio no consultório da médica com a notícia, mas só depois dos exames teremos certeza. Agora não precisa se preocupar, se der positivo você pode abortar, afinal no caso de estrupo é o mais recomendável.
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