Henrik Cartier. Porra, d***a, c*****o. Foram esses os palavrões que saíram dos lábios atraentes e jamais deviam ter vindo de alguém tão angelical como a Celleney, porém, parecem-me palavras perfeitas para descrever toda essa situação. Eu não dormi, tentando pensar em como falar com a Lyra da forma correta. - Ah! - esse é o grito assustado que ela dá assim que eu entro nos seus aposentos, rapidamente abafado pelas suas mãos indo até a sua boca. - Meu irmão… - ela balbucia, e eu consigo ver as suas pupilas dilatadas, ela está com medo, os seus olhos estão arregalados. O seu peito sobe e desce aceleradamente indicando o quão ofegante ela está. - Seu irmão? - eu questiono-a, tentando reconhecê-la e a cor do seu rosto volta tão intensamente, saindo de pálido para extremamente vermelho. E

