Celleney Peny. Após ter-me deixado levar mais do que devia, após ultrapassar os limites do meu corpo, com a ajuda dele, eu terminei o meu banho e usei as coisas dele, que parecem mil vezes mais refinadas que as minhas, desde aos óleos corporais, perfumes, até a pasta mentolada de dentes eu usei de uma vez, antes de sair do quarto dele. Afinal de contas, eu m*l consigo manter-me em pé direito agora, e nem foi devido à queda. Voltei a vestir o meu pijama e ele acompanhou-me para o meu quarto. Eu consegui escutar vozes, mas ninguém nos viu vir até aqui. Eu preferi ficar com o relógio, porque eu simplesmente não consigo desgrudar-me dele. É a mesma sensação de promessa não cumprida que me fez ficar de saltos altos depois de retornar de uma balada, arranjando essa geringonça por treze hor

