Celleney Peny. Eu engulo em seco, procurando manter o meu olhar distante do seu corpo esbelto, sentindo o meu rosto queimar. Nem do rosto lindo dele eu consigo escapar. - Por quanto mais tempo pretende não olhar para mim direito, Celleney? - ele questiona e eu ignoro a minha temperatura que aumenta um grau a cada segundo que passa. - Eu não queria estar a olhar para você agora, mas aparentemente eu não tenho escolha. - eu falo. - Devia tirar os seus olhos de mim, as suas mãos de mim e me deixar sair agora. - eu digo. - Você não quer que eu faça nada do que disse agora. - ele afirma, e a certeza dele me irrita. - Eu acho que devemos conversar. - ele diz e eu sorrio, nervosa, me desenvencilhando dele, e indo para longe da porta. Quatro paredes, eu e ele, é uma ameaça para os meus pulmõ

