— Vocês disseram que estariam acordados, esperando notícias, então… — falo para Fil, que atende o telefone no primeiro toque. — Se você está com a voz animada, é sinal de que você pegou o verme! — ele parece sorrir do outro lado da linha. — Já estamos com o rato no porta-malas. Estava sozinho, o imbeecill! — rio baixinho e Fil também. — Estamos indo para o galpão de Étie, em Paris. — Parabéns, garoto! — sinto um tom de orgulho em sua voz, como ouço na voz de meu próprio vati. — Vou descansar um pouquinho, mas nos vemos lá em duas horas. — Nos vemos lá, Fil. — desligo o telefone. Eu não gosto realmente que me diminuam, mas quando Fil e Étie me chamam de garoto, é como se eles estivessem me tratando como a um filho. Embarcamos os carros no compartimento de carga do jatinho, deixando Ch

