— Parece que você está muito stressado. — Rose diz, quando entramos no quarto. — O que te faz pensar isso? — pergunto acendendo um cigarro, sem olhar em seu rosto. — Sua postura, a falta de diálogo, o número de vezes que olhou para a entrada da DAM, o sorriso forçado… você está totalmente diferente do que costuma ser. — Um imb.ecil pisou no meu calo. — falo tirando o paletó. — Tudo bem. Você não quer falar. — Duas semanas, e já me conhece tão bem. — acaricio seu rosto. — Vem. Vamos tomar um banho. Eu a puxo pela mão, ela se deixa ser conduzida sorrindo para mim. Eu a deixo sentada na chaise longue de madeira, e coloco a banheira para encher. Volto para ela, começo a despi-la devagar, olhando em seus olhos, e acariciando o seu corpo. Me sento ao seu lado, quando ela está apenas de ca

