Étienne Durant Olho para Heidi que está de costas, atada à Cruz de Santo André. Sua pele levemente morena, está arrepiada e a ouço gemer meu nome. — Você gosta disso, não é? — sussurro em seu ouvido, massageando seu clí.toris, enquanto a pene.tro vigorosamente algumas vezes, e ela começa a convulsionar seu org.asmo. — Étie! — ela geme jogando a cabeça para trás. Viro seu rosto para mim, e continuo a pene.trando, enquanto tomo sua boca na minha. Estamos aqui há horas, e eu não penso mais em Latoya, penso apenas na satisfação de Heidi. Mas quando esse pensamento chega à minha mente, eu acordo. Respiro fundo e me sento na cama. Tenho tido esse sonho há quase duas semanas. É sempre o mesmo. Na verdade, é uma lembrança de quando conheci e comecei a sair com ela. Parece tão real, que chego

