Markus continua pensativo, quando eu chego em sua casa. Sentado no sofá da sala, olhando para a televisão desligada, ele não parece perceber que eu entro, e me sento ao seu lado. — Ainda pensando na moça? — Será que vou vê-la de novo, Arthur? — ele suspira, sem olhar para mim. — E se eu vê-la? Uma mulher tão bonita deve ser casada. — Não vi nenhum tipo de anel de compromisso nas mãos dela. — Passamos por ela muito rápido. — ele me olha intrigado. — Como conseguiu ver suas mãos? — Fácil. Não estava interessado em sua beleza. — respiro fundo e exalo de uma vez. — Acabei de me divorciar, não quero entrar num relacionamento tão cedo. — Tudo bem. Digamos que ela seja solteira, e que eu volte a vê-la. Eu iria querer um relacionamento aberto com ela? Ela aceitaria ter um relacionamento aber

