Thierry Agan — Thie, eu… — Até quando você vai ficar me cozinhando, Jacques? — pergunto o interrompendo, mostrando toda a mágoa que sinto. — Você acha que sou idi.ota? — limpo as lágrimas que escorrem pelo meu rosto, com rispidez. — Você não me toca há quase seis meses! Admita que seu amor por mim, já não existe mais! Admita! — eu quase grito com ele. — Eu vou te amar sempre, cherie! — ele diz suavemente, se levantando e dando um passo em minha direção, mas para ao me ver recuar, e seus ombros descem, em sinal de sua impo.tência. — Eu amo você, Thierry! — ele diz suavemente, com o semblante sério, olhando em meus olhos. — Sei que você sente falta do se.xo, mas se.xo não é tudo… — Realmente, Jacques! — eu o interrompo bruscamente, com uma imensa vontade de gritar com ele, mas consigo me

