RK narrando
Eu me aproximo de onde Heloise estava discutindo com Antonio. Lk começa dar o comando e os vapores desce em bando, como os homens que restaram dele estão todos atraído pela conversa dos dois, a gente faz uma cilada.
— É sério que você quer falar de amor no meio de uma guerra? – Antonio fala para ela. – garota, minha vontade foi ter te matado todas as noites que você chorou, sua mãe, você é que nem ela, uma v***a histérica.
— Você não flaa da minha mãe.
— Sabe qual foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida? Foi ter matado ela, ela implorando pela sua vida e sabe porque ela te levou embora do morro?
— Por causa de você seu nojento.
— Porque eu abusava de você toda noite –Heloise olha para Antonio e eu fecho os meus punhos– te fazia dormir com um remédio no leite e abusava de você, eu fui o primeiro homem da sua vida Heloise e te digo uma coisa.
— Seu filho da p**a – Heloisa aponta a arma para ele e ele começa a rir.
— Você não vai me m***r, porque você é que nem a sua mãe, uma covarde – Antonio fala – uma covarde.
— Você realmente acha que eu não posso te m***r? – ela pergunta – que eu não consigo fazer isso? É porque você não sabe o monstro que você criou, a força enorme que você me deu para enfrentar o mundo.
— Cala boca garota – Antonio fala– pegue ela e vamos levar para Kaique.
— Você não encosta o dedo nela ,você nunca mais vai encostar um dedo na Heloise. – eu falo chegando com meus homens.
Antonio olha para todos nós
— Vai m***r seu próprio pai? – Antonio pergunta
— Com todo gosto do mundo – eu respondo ele – te torturar da pior forma possível.
— Seus imundos – ele fala – você realmente acha que vão se livrar de mim?
— Acho – eu respondo – e vai ser ao vivo seu desgraçado filho da p**a para dar o recado a quem quiser subir no meu morro.
Antonio começa a rir e gargalhar e eu dou sinal para que os meus homens o agarre.
— Henrique – Heloise fala
— Leva ela – eu falo para Lk – leva a Heloise agora.
— Henriuq e- ela fala e Lk se aproxima dela – eu vou ficar.
— Você não vai ficar – eu olho para ela – você vai para o hospital ficar com a Jessica, isso é uma ordem do dono do morro – ela me encara e Lk começa a tirar ela de perto – e você seu filho da p**a, vai ver o inferno de perto.
Eu mando levarem Antonio para o meio da quadra, o show seria para todos e eu não iria me arrepender nem sequer um minuto do que eu vou fazer, esse monstro vai pagar por tudo que fez na vida de todos e principalmente da Heloise, da minha mãe e da Jessica.
Capítulo 66
Kaique narrando
Eu recebo um vídeo no grupo da corporação da policia e abro, e eu engulo seco quando vejo que tipo de vídeo era.
— Isso é o que acontece com traidores filhos da p**a – Rk fala – Meu vulgo é Rk e eu sou o dono do morro da Rocinha e você traidores, filhos da p**a, vermes que querem subir para destruir o meu morro, o meu poder e tentar fazer m*l para os moradores do meu morro, fica esse único recado. A guerra acabou e ninguém mais começar outra e se começar, esse é o destino de quem subir o meu morro e qualquer outro morro que seja dos meus aliados e da minha facção, seus filhos da p**a.
Eu olho para trás vendo Antonio pendurado no meio da quadra, dois vapores mascarados se aproxima do Antonio com motosserras e Rk pega uma delas, ele e mais um vapor começam a cortar as pernas de Antonio e ele gritava que nem um louco xingando eles e jurando que alguém vingaria a morte deles. As pernas dele caiem no chão como papel e ele sangrava.
Henrique começa a passar a motosserra dividindo ele no meio, do peito para baixo, fazendo sangue escorrer para tudo que era lado era o show de horrores, ele passa a motosserra pela cabeça, fazendo com que tudo caia , cada parte do corpo para um lado.
— Kaique seu filho da p**a, onde você estiver eu vou encontrar e a sua família também, se entrega ou todos que estão ao seu redor vão morrer, até mesmo a sua filha recém nascida – eu vejo Rk me ameaçando – eu vou te encontrar até no inferno. E outro aviso, soltem o Carioca se não essa cena será mais comum do que vocês estão imaginando. E Carioca, não se preocupa, a gente vai te tirar dai de dentro.
Eu vou correndo até a cabine do piloto e ordeno que voltem para o Brasil.
Carioca narrando
Eu estava sendo transferido para penitenciaria quando me tiram algemado de dentro da sala para me levar para dentro do camburão, e é quando todos os policiais estão parados olhando algo e os agentes que estão me levando para também.
Eu abro um sorriso discreto vendo o que era, era Rk torturando Antonio da forma que ele merecia, eu abro um sorriso bem verdadeiro quando vejo que Rk não deixava passar nada.
— Kaique seu filho da p**a, onde você estiver eu vou encontrar e a sua família também, se entrega ou todos que estão ao seu redor vão morrer, até mesmo a sua filha recém nascida – eu vejo Rk me ameaçando – eu vou te encontrar até no inferno. E outro aviso, soltem o Carioca se não essa cena será mais comum do que vocês estão imaginando. E Carioca, não se preocupa, a gente vai te tirar dai de dentro.
Eu comemoro
— Vai encontrar sua filha seu demônio no inferno – eu falo
— Anda p***a, sem gracinha – um policial fala e eu saio rindo.
— Isso é o que acontece com quem mexe com quem tá quieto.
— Cala boca seu traficante de m***a – o policial fala me colocando para dentro do camburão.
— m***a são vocês seus vermes filhos da p**a, covardes – eu falo e eles fecha com tudo o camburão.
Vai encontrar sua filha seu demônio, eu estava realizado e tão feliz que agora esse filho da p**a estava morto.
Eu nunca senti tanto gosto em m***r alguém ou ver a morte de alguém, como senti de Brenda e de Antonio.
Agora eu só precisava achar uma forma de sair da cadeia e nada mais.