CAPÍTULO 37

1688 Words
Dulce Maria Fiquei bastante aliviada de Christian ter contado a real e nem assim aquele animal, vulgo Christopher pensou em ao menos me pedir desculpas pelas ofensas e humilhações Mas está tudo bem, eu sou a cadeira que espera a b***a para sentar e vai ter um momento em que ele vai querer o meu perdão e eu vou o mandar ir lá ao céu buscar com São Pedro caso ele o encontre. Isso se ele for escolhido por Deus para entrar no céu, não ficando barrado na portaria. Coisa que acho bem provável Ele é o orgulho em pessoal, daquele tipo de pessoa que até quer pedir perdão mas quer dizer que a culpa é do outro e vem com a conversinha "Será que você pode me pedir desculpas para que nos façamos as pazes?" Christian contou mais ou menos como foi a viagem e como seria dali para frente, já que agora nosso "namoro" acabou. Eu prestava atenção na conversa, mas notei que ali várias pessoas que passavam pela gente ficavam me olhando, eu sei que eu sou linda, mas estava ficando sem graça já. Christian – Vai continuar com a farsa de "namorar" com Dan? Dulce – Não sei, mas acho melhor parar por aqui. Não dei muita sorte nesse teatro Christian – Não sei, você havia "terminado" para ficar com meu irmão certo? Já que está sem ele, poderia continuar Dulce – Acho melhor não mesmo...- Pensativa – A não ser que você e Dani não aceitem acabar com a farsa Christian – Bom, por mim tudo bem em não continuar, principalmente se tiver em mente voltar com o meu irmão Dulce – Não mesmo! Não quero continuar fingindo até porque eu sinto falta da minha vida de "solteira", mas vou conversar com o Dani então – Falei dando um ultimo gole do meu café Christian – Sei! – Falou rindo Fomos em direção ao quarto para ver se estava tudo certo com Henrique, quando Christopher saiu do quarto falando ao telefone. Achei que era sobre trabalho ou negócios mas ouvi quando ele falou "Amor" e automaticamente rolei meus olhos e Christian riu Christian – Acha que ele vai te pedir desculpas agora que ele já sabe de tudo? Dulce – Pouco me importa na verdade, a única coisa que sinto falta mesmo é das crianças. Sabe, eu nunca tive muito apego com crianças mas eles mudaram meu pensamento, acredita que menti dizendo que tinha experiência com crianças? Pedi para minha amiga se passar por uma senhorinha que eu cuidava do filho dela Christian – Dulce? – Falou rindo Dulce – O que? Já fui demitida mesmo, mas ainda assim, não conte ao ogro do seu irmão! Christian – Bem que o Dan sempre disse como você era doidinha Dulce – Ah, ele falava é? Vou puxar aquele pouso de decolagem dele que ele insiste em chamar de orelha. Christian – Se meu irmão pedir desculpas, dará uma nova chance a ele? Dulce – Não! Única coisa que sinto falta mesmo, é o p*u dele. Tanto tempo sem dar para ele que já estou até em duvida se o p*u dele é torto para direita ou para esquerda – Falei pensativa Christian – Prefiro não saber os detalhes Dulce! – Com cara enojado Dulce – Mas é verdade, ele está todo ofendidinho sendo que quem foi ofendida por ele, fui eu.- Apontei para mim mesma - Ele pode ter o ódio que for, me bloquear é fácil, agora quero ver ele esquecer as sugadas que dei nas bolas dele, isso ele não pode! Christian – Dulce, por Deus mulher! Estamos em um hospital – Falou rindo com a mão na barriga – Mas me conta, você sofreu? Porque você parece bem, para quem ia largar a farsa para assumir algo com ele, é porque o sentimento estava intenso Dulce – Já te disse, ele era igual vassoura, só servia se tivesse o p*u e é apenas isso que eu sinto falta! O auge da minha burrice foi chorar por homem feio, pobre, desempregado e sem futuro. Não vai ser por Christopher que eu iria chorar Christian – Dulce, você é muito intensa. Eu já gostei de você de graça Dulce – Também, se tivesse que pagar seria melhor para mim, eu to mais dura que bimba de velho com Viagra dupla O médico veio em direção a nós e eu pensei que seria alguma noticia de Henrique mas como ele queria falar a sos, eu fiquei mais preocupada ainda Dr Karev – Será que eu poderia falar com você? Dulce – Sim, é sobre Henrique? Aconteceu algo? Dr Karev – Não, na verdade eu não sei nem como falar isso. Você é algo do pai do menino? Dulce – Sim, inimiga Dr Karev – Ah sim, é que eu não sei nem como falar mas é que lhe achei uma moça muito bonita, queria saber se poderíamos trocar número e quem sabe tomar um café Dulce – Então, tudo bem. Aceito sim, anota meu número Mas logo após vi um furação vindo em minha direção, vulgo meu ex-patrão que continuava uma delicia mas que eu só tinha desprezo para lhe dar. É, se ele quis me provocar com a tabua de andaime, ao menos eu não estava fazendo intencional até porque o doutor Karev também era um pãozinho de forma, claro que não chegada á Christopher que era um croassaint fino, da França mas em questão de beleza, ao menos Karev não era de se jogar fora não! Trocamos telefone e então fui ver como Henrique estava e graças a Deus ele estava com a temperatura normalizada e de alta Christopher – Queria conversar com você Dulce Maria. Acho que como meu filho teve essa febre emocional e muitos estão falando que é falta da sua presença, acredito que você possa visita-los uma vez por dia, pode ir em casa buscar algumas peças de roupa Dulce – Peças de roupas no plural? Mas é uma visita de familiar que vem para nossa casa passar carnaval e só vai embora depois do ano novo? Christopher – Dulce, não discuta! - Olhando para os lados e disfarçando - Vá em casa e busque algumas peças de roupa logo Dulce – Meu emprego está de volta? Christopher – Só vá Dulce Maria! Christopher estava me readmitindo e ele parecia não quere demonstrar isso nem para ele mesmo. Eu conseguia ver direitinho os cifrões na minha conta novamente mas dessa vez com um brilho nos olhos diferente, era o amor que eu estava sentindo por aquelas crianças que eu jamais pensei que me apegaria tanto. Vou poder voltar andar de Uber e parar de contar as moedinhas para pegar o ônibus, confesso já estar cansada de ter que ficar de flerte com o cobrador mas cuidado para que ele não me enrolasse nos centavos da passagem até porque sem o mínimo centavo que ele me enrolasse, eu ficaria a pé na rua Christian – Dulce, podemos te levar para buscar algumas peças. Se você quiser! Christopher – Estou atrasado, você veio de taxi Christian? Aquele animal com t***s ia me deixar ir aquela hora da noite sozinha pelas ruas de São Paulo mesmo? Christian – Pensei que talvez você pudesse dar uma carona para ela, sei lá Christopher - A pensar morreu um burro.. Não tem carona alguma, estou atrasado para o meu vôo, amanhã eu jogo Christian – A Dulce não deve morar tão longe de SUA casa, você nunca contratou babá que morasse longe.. A não ser que ela tenha sido contratada por outros motivos né – Falou fazendo sinal de rendimento Christopher – Ok Christian, ok! Vamos logo antes que eu me atrasTe mais Por mim, eu iria de Uber lindamente mas como é uma carona, carona não se recusa Carro do Christopher estava bem na porta quando saímos, Antonella foi no banco de trás juntamente com Henrique nos braços que estava dormindo num soninho tão tranquilo e logo Christian entrou junto com Eduardo ao lado de Antonella e me sobrou ir no banco ao lado de Christopher. É, seria torturante ir daqui a casa sentindo aquele cheiro maravilhoso Christopher – Pode ir amanhã conforme for, mas bem cedo! E aproveite para terminar de pintar esse cabelo, você tá parecendo uma palhaça É, vou confessar que eu ri pois por um momento eu havia esquecido que tinha saído com o cabelo daquela forma Dulce – Ok! Mas falando sobre meu emprego que parece que o senhor me devolveu. Quero fazer algumas mudanças no contrato Christopher – Como? – Freou bruscamente , Dulce – Isso mesmo! Eu iria fazer auto escola e dar entrada em um carro, imagina só se eu desse entrada no carro e o senhor me demitisse novamente? Não mesmo! Christopher – Você não tem que colocar obstáculo algum, voltou agora e já quer dar ordens? Dulce – Então tudo bem! Não volto, eu só volto caso o contrato tenha algo dizendo que o senhor não pode me demitir até que eu complete 2 anos de serviço! Christopher – Você endoidou! Mas tudo bem, volte a trabalhar amanhã, que depois de amanhã, quando eu acordar eu redigirei o contrato Dulce – Ótimo senhor! Christopher - E porque está me chamando de senhor, Dulce? Dulce – Porque nossa relação é estritamente profissional e esse é o certo! Notei a decepção no olhar dele, mas daqui para frente seria exatamente assim, completamente profissional e sem graçinhas. Daria o verdadeiro valor somente ao meu emprego e até porque ele namora, se ele não a respeita, eu respeitaria aquela tábua de andaime Ele encostou o carro na minha porta e eu fui para a minha noite de descanso Dulce – Boa noite Christian, Antonella e Edu. Uma boa noite ao senhor também! – Falei batendo a porta do carro Christian – É, vai ser difícil de domar a Dulce hein maninho! Ouvi Christian dizer isso assim que eu bati a porta do carro mas resolvi não responder, subi ao meu apartamento e fui logo arrumando tudo para enfim, terminar de pintar meu cabelo que estava todo manchado
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