Dulce Maria
Um novo dia se passou rapidamente e junto a ele tive que aguentar o Christopher com cara feia e azeda para mim desde cedo, quando redigimos o meu contrato. Agora sim eu estava segura no emprego.
Perguntou pelo menos umas 3 vezes se realmente eu iria sair com o Doutor hoje e em todas as vezes eu disse a ele para cuidar da vida dele, que nosso relacionamento é estritamente profissional, eu heim, no contrato não tem nada dito que eu tenho que contar tudo o que faço da minha vida para ele.
Era final de tarde e eu já contava as horas para ir me arrumar e sair, estava acabando de chegar da escola de natação de Eduardo, ele teve aula e eu fui busca – lo
Dulce – Muito obrigada Jaime, um bom fim de turno para você
Eduardo – Tchau Jaime
Jaime – Muito obrigada, bom descanso a vocês
Entramos em casa, coloquei Henrique no chão da sala para que pudesse brincar com seus brinquedos e fui ajudar Eduardo no banho,
Eduardo – Já to saindo do banho tia
Dulce – Que banho rápido, você lavou a cabeça ou está tentando me enganar? – Pego a toalha que estava pendurada
Eduardo – Uhum, lavei sim – Fazendo sim com a cabeça
Dulce – Deixa eu cheirar – Me aproximei dele e cheirei – É mesmo, você lavou, bom trabalho pestinha!
Eduardo – Não posso ficar fedido não
Dulce – Não mesmo. Então fecha o chuveiro, vem se secar e vamos para o quarto
Assim que encostei em seu braço para ajudar ele a se secar, vi ele gemer baixo de dor e reclamar para não pegar no braço dele
Dulce – O que você fez no braço, Eduardo ?
Eduardo – Eu caí na la escola tia
Dulce – Mas caiu tão feio assim? Está ficando bem roxo
Eduardo – Sim
Fiquei pensativa, mas não questionei mais e logo terminei de secar ele e ajudei ele a se trocar. Dei o jantar a eles, jantei na companhia de Antonella e para a minha sorte, as crianças não demoraram a ir dormir, então eu corri para tomar meu banho e me arrumar.
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Eram 21h30 e eu já estava praticamente pronta, coloquei um vestidinho preto colado que eu ganhei da minha mãe há 5 anos atrás, um saltinho scarpin que eu roubei de Anahí, alias não roubei não, peguei emprestado há uns 3 anos e ainda não devolvi, pretendo devolver o dia que eu lembrar ou que ela me cobrar.
Eu usava uma maquiagem forte com base, pó, blush, rímel, corretivo, lápis de olho, delineador e um batom marcante vermelho, estava finalizando meu penteado, estava deixando as pontas do meu cabelo onduladas quando senti alguém aparecer atrás de mim, era Christopher que me olhava dos pés a cabeça, ou melhor, me comia com o olhar.
Dulce – Não tem educação em bater na porta não?
Christopher – A porta não estava trancada e também você está na minha casa – Sério e com as mãos no bolso
Dulce – Fala logo o que quer, já já Karev chegará
Christopher – Vim só te lembrar de que amanhã você trabalha. No novo contrato eu não posso te demitir por motivos fúteis, mas posso te demitir por justa causa
Dulce – Você já falou isso umas 300 vezes mas não se preocupe patrãozinho, não vou te dar esse gosto de me mandar embora novamente – Sorri sarcasticamente
Christopher – Assim espero! - Me olhando de cima a baixo - Está muito bonita
Antonella apareceu na minha porta avisando que Karev já tinha chegado, peguei minha bolsa e saí do quarto, deixando Christopher lá parado
Dulce – Quando sair por favor feche meu quarto
Desci as escadas, me despedi de Antonella e fui de encontro a Karev, que me esperava do lado de fora do carro
Karev – Nossa, como está linda Dulce Maria!
Dulce – Muito obrigada – Sorri – Vamos?
Karev – Mas é claro!
Ele abriu a porta para mim e entramos no carro, rumo a mais nova balada
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Era um lugar um tanto quanto chique, não era grande e nem muito pequeno, o som da música eletrônica dominava o ambiente, demos mais alguns passos, subimos algumas escadas e logo demos de cara com Anahí e Poncho que já estavam por lá
Anahí – Amiga que bom que chegou
Dulce – Oi Anny, oi Poncho – Os cumprimentei com beijo na buchecha – Esse aqui é o Karev, meu mais novo amigo
Karev – Prazer conhecer vocês
Ambos se cumprimentaram e eu e Anahí resolvemos ir ao bar pegar bebidas para nós
Dulce – Vê pra gente 2 smirnoffs Ice, 1 caipirinha e 1 Vodka com energético – Pedi ao garçom
Anahí – Amiga, que amigo gato é aquele que você trouxe? Onde você conheceu ele?
Dulce – Bonito, né? É o médico que cuidou de Henrique, lembra que antes de ontem eu te falei que ele estava no hospital?- Ela assentiu e eu continuei – Então, eu conheci ele lá
Anahí – Bem gatinho e pelo visto está de olho em você
Dulce – Acha que já não percebi, loira?
Anahí – E você vai aproveitar, não é?
Dulce – Mas é claro, agora estou oficialmente solteira, se der bandeira eu pego mesmo
Anahí – Certíssima, se eu não tivesse o Ponchito eu faria o mesmo
Pegamos nossas bebidas e voltamos para a mesa, o som extralava alto agora ao som de música sertaneja. Ficamos bebendo e conversando um pouco, ou melhor, tentando conversar pois estava difícil entender uma frase inteira devido á musica alta
Anahí – Dulce já me falou muito de você – Gritou
Dulce – Cala a boca, Anahí!
Anahí – Ai amiga é verdade, faz 2 dias que você só fala nele
Eu estava assustada com o tanto de mentira que Anahí estava dizendo, ela queria fazer isso para ver se Karev diria alguma coisa e se ele não dissesse nada seria bem capaz dela me jogar em cima dele
Karev – Bom saber disso...O que acham de irmos dançar? O clima está bem propício para isso – Sorriu
Dulce – Eu topo!
Alfonso – Eu topo também – Se virou para Anahí = Vamos dançar amor?
Anahí – Vamos, quero rebolar a raba no chão – rindo
Dulce – É música sertaneja, Anahí
Anahí – E dai? O Importante é rebolar a raba
Neguei com a cabeça, me levantei e fomos todos para a pista de dança, não sei porque mas a sensação de estar sendo observada estava me dominando.
Começamos a dançar, Anahí e Poncho dançavam juntos enquanto eu arriscava alguns passes de sertanejo com Karev
Karev – Ai meu pé
Dulce – Desculpa, mas eu falei que não sabia dançar sertanejo, você insistiu então a culpa é sua – Dei de ombros
Karev – Está bem, está bem – fazendo sinal de rendição – Vamos dançar de outra forma então
Dulce – Ok, espera aí que vou pegar outra bebida
Fui em um pé e voltei no outro, peguei bebida para nós 4 e agora para a minha alegria era funk que tocava alto. Eu já estava um pouco alterada e Karev também, comecei a dançar de forma sensual, roçando meu corpo no dele, eu sentia alguns olhares para cima de mim e aquilo me deixava ainda mais animada
Descia até o chão afim de provoca -lo e ele sorria de forma safada para mim, seria hoje que minha piriquita iria conhecer novos ares
Karev – Você dança muito bem, alguém já te falou isso?
Dulce – Já falaram mas sempre é bom ouvir novamente
Karev – Além de linda é modesta, gosto disso
Eu estava adorando isso, confesso que estava um pouco excitada com a nossa dança, mas agora precisava ir ao banheiro pois já estava com a bexiga doendo.
Dulce – Vou ao banheiro, já volto, me espere aqui
Karev – Está bem
Dei a volta no salão e entrei no banheiro, para a minha sorte estava vazio, então fui logo procurar uma cabine para poder fazer meu xixizinho.
Fiz o meu xixi mas como estava um pouco excitada resolvi me satisfazer temporariamente por ali mesmo, eu abaixei mais a minha calcinha e comecei a me tocar, óh céus que delícia! Mordia meus lábios ao mesmo tempo em que brincava com o meu grelinho e tentava imaginar Karev ali me chupando, mas Christopher tomava a minha mente.
Passei a me penetrar com um dedo fazendo movimentos bruscos e tentava segurar meus gemidos, o que estava quase impossível, mas foi só eu ouvir a porta do banheiro se fechar que então eu me assustei e resolvi parar por ali mesmo, p***a, eu estava para ter um orgasmo maravilhoso!
Me limpei, mas assim que saí da cabine dei de cara com ele, parado a minha frente e com os braços cruzados. Sim, Christopher Uckermann estava dentro do banheiro feminino e ao que parece, era ele quem havia fechado o banheiro
Dulce – Você entrou no banheiro errado, o banheiro dos homens é do outro lado – Disse disfarçando
Christopher – Não, entrei no banheiro certo, vim atrás de você mesmo
Dulce – O que está fazendo aqui? Você não falou nada de que viria
Christopher – Eu não devia te falar pois nossa relação é estritamente profissional, mas eu falo: resolvi vir, busquei meu vip com o Dr Karev, no hospital em que ele trabalha
Dulce – E cadê a peitinho de ervilha? Digo..Sua namorada?
Christopher – Não quis trazê- la, digamos que quis vir para me divertir
Dulce – Sabe que não pode entrar aqui, não é? – Ele nada respondeu e eu continuei a falar – Eu vou sair daqui
Fui até a porta e tentei abri – la, mas estava trancada
Dulce – Se você não abrir essa porta eu vou gritar, Christopher!
Christopher – Eu estava ouvindo tudo Dulce, ouvi quando você gemeu chamando pelo meu nome, você me quer e eu te quero, dá uma chance para eu me retratar com você
Dulce – Eu não estou nem aí se você está arrependido, sua chance já foi! Abre essa porta logo!
Eu já estava irritada mas ao invés de abrir a porta ou ao menos me responder, Christopher me agarrou pela cintura e me beijou, começou com um beijo calmo mas que logo se tornou intenso, me empurrou levemente contra a parede e passou a me pressionar, sem parar um segundo se quer de nos beijarmos.
Eu já poderia sentir seu p*u endurecer e roçar por cima da roupa, eu sabia que estava errada mas confesso que já estava louca
Ucker - Que tal brincarmos um pouquinho aqui? Uma rapidinha bem gostosa? – sussurrou em meu ouvido, passando a língua pela ponta da minha orelha e apertando a minha bunda
Dulce – Na – Na – Não – Gemi baixo e de olhos fechados
Eu dizia e pensava em sair dali pois lembrava de Karev e principalmente Janaína que apesar de eu não gostar dela, não merecia isso, mas meu corpo me traia e implorava por ele, minha b****a já estava em chamas
Ele sussurrava e pressionava ainda mais o seu corpo contra o meu, eu soltei um gemido, já estava louca e não respondia mais por mim então somente assenti. Senti ele se afastar um pouco, virei o pescoço para ver o que ele estava fazendo, vi que ele estava abaixando as calças e logo depois se aproximou de mim novamente, levantando meu vestido até a cintura e afastando minha calcinha para o lado. Segundos depois já roçava o seu p*u em minha b****a. Eu me empinei melhor mas ele continuou a brincar, passando seu p*u pelo meu grelinho
Ucker - Tá gostoso assim, Dulce?
Dulce - p***a Ucker, me fode! - grunhi
Ele emperrou o seu p*u com tudo em mim e eu gritei, não estava sem aí se alguém de fora poderia ouvir. Ele segurava minha cintura e aumentava cada vez mais os movimentos. Christopher subiu as mãos pela minha barriga até chegar em meus s***s por baixo do vestido e começou a aperta - los enquanto me fodia
Ucker - p**a que pariu você é gostosa pra c*****o - gemendo
A única coisa que se ouvia dentro daquele banheiro era nossos corpos se batendo e nossos gemidos, parecíamos dois adolescentes loucos, selvagens e sedentos por sexo.
Dulce – AHHHH CARALHOO - gemendo
Ele parou um pouco e apontou para a pia, eu entendi o recado.
Ucker - senta ali no canto da pia, quero te fuder ali agora
Sem nem pestanejar eu tirei minha calcinha de vez, me sentei, abri bem as pernas, mordi os beiços e chamei por ele com o dedinho.
Dulce – Vem
Passei o mesmo dedinho pela minha b*******a, alisando os lábios vaginais e o g***o.
Christopher sorriu safado, se aproximou de mim mas ao invés de me fuder, ele se abaixou e começou a passar a língua pela minha b****a. Ele sugava selvagemente enquanto me olhava, eu me contorsia em cima da pia, havia levantado ainda mais o meu vestido, massageava meus s***s e passando a língua pelo biquinho deles.
Senti ele passar os dedos por toda a minha b****a ao mesmo tempo que me chupava e parar eles por cima do meu ânus
Dulce – Ai não, desgraça!
Christopher – Calminha senhorita Dulce, sabe que não vou te machucar
Ele enfiou um dedo em mim e eu juro que tentei segurar o grito de dor, mas acho que a balada inteira me ouviu. Fazia movimentos de vai e vem e aos poucos a dor foi passando, dando lugar ao t***o novamente e quando dei por mim, estava rebolando em seu dedo
Christopher – Está gostoso, minha cachorra?
Dulce – Si – Sim – Gemendo
Parou de me chupar, se levantou, se encaixou melhor no meio das minhas pernas e novamente me penetrou com tudo. Eu passava as unhas em seu abdômem por baixo da camisa e ele estava com uma mão massageando meu seio e a outra massageava meu grelinho enquanto me fodia.
Ele me fudia com gosto, metia aquele p*u delicioso na minha b****a e urrava feito um bicho.
Senti o orgasmo chegando, uma estranha sensação de formigamento me dominou me fazendo contorcer enquanto seus olhos se conectaram aos meus.
Ucker - Olha pra mim e goza, eu vou gozar também.
Ele pediu num gemido me estocando uma última vez e então eu senti meus músculos extremecerem. Senti uma sensação poderosa dominar meu corpo e então eu gozei.
Senti quando ele gozou, seus braços me apertavam enquanto seu m****o estremecia dentro de mim.
Dulce - Você me fez t*****r com você no banheiro da balada – ofegante – Isso não devia ter acontecido
Ucker - Não fiz nada que você não quisesse - sorri
Eu coloquei minha calcinha, ajeitei meu vestido e o meu cabelo, Ucker levantou sua cueca e sua calça e arrumou o cabelo também.
Dulce – O que aconteceu aqui foi errado e não devia ter acontecido, isso está errado, eu nunca fui e nunca serei amante de ninguém.
Christopher – Você vai voltar a ser minha logo, Dulce Maria! Eu vou conseguir o seu perdão
Dulce – Nos seus sonhos, quem sabe? Ou acha mesmo que só porque transamos eu vou voltar com você? – Sorri cinicamente
Christopher - Da ultima vez transávamos sempre e quase namoramos, porque não?
Dulce - Porque o que aconteceu aqui, patrãozinho, foi só uma diversão - Pisquei - Agora vou voltar pois Karev espera por mim e você devia pensar melhor na sua namoradinha
Christopher – Talvez – Saindo – Vou para casa, quer carona?
Dulce – Não!
Saí sem mais nem menos e fui em direção a Karev, o coitado ainda estava no meio da pista me esperando
Karev – Você demorou, aconteceu alguma coisa?
Dulce – Tive um probleminha mas agora já está tudo certo
Karev – Tem certeza? Está tudo bem mesmo?
Dulce - Sim
Voltamos a dançar e agora nos juntamos a Poncho e Anny, que já estavam mais bêbados que tudo, acho que se jogar um fósforo neles, pega fogo.
Não demoramos para ir embora, obriguei Anahí e Poncho irem embora de Uber, Karev por incrível que pareça era o mais sóbrio então ele guardou o carro de Anahí em um local seguro por ali e eu salvei o endereço para passar para ela no dia seguinte, para que fosse buscar.
Eles foram embora e Karev deu carona para mim novamente até a minha casa, eu estava ficando m*l acostumada, mas se o homem quer ficar com a gente, tem que ser ao menos cavalheiro, não é? Principalmente se quiser a nossa piriquita
Karev – Bom, está entregue
Dulce – Obrigada pela noite e pela carona, toca aí – Fiz o movimento de toque e ri
Karev – Você é uma figura – Rindo também – Posso fazer algo que quero muito fazer?
Dulce – Se é me beijar não devia nem perguntar, estou um pouco bêbada mas saberei bem o que estou fazendo
Karev se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me beijou, era um beijo gostoso, calmo e nossas línguas se encaixavam perfeitamente. Eu entrelacei meus braços por volta de seu pescoço mas logo fomos interrompidos por uma voz vinda de trás de mim
Christopher – Beijando um homem na porta da minha casa, Dulce Maria?
Dulce – Até onde eu sei – olhei para o chão rindo – estou na frente da porta da casa, nenhum de nós dois estamos com o pé dentro da sua casa e eu não estou em horário de trabalho então posso fazer o que quiser
Karev – Eu vou indo, não quero causar problemas para você, nos vemos mais vezes?
Dulce – Com certeza
Karev – Então eu te mando mensagem, até mais – Se aproximou e me deu um selinho – Vai descansar, está alterada pela bebida – Se virou para Christopher - Tchau Christopher
Entrei em casa e resolvi ignorar completamente a presença de Christopher ali, que estava parado e visivelmente alterado pela bebida. Estava me olhando estaticamente, enquanto eu subia as escadas ele gritava feito o tonto que era e se quer respeitando o sono dos filhos
Christopher – VOCÊ PODE BEIJAR OUTRAS BOCAS MAS É A MIM QUE VOCÊ QUER, DULCE MARIA! E EU VOU TE TER DE VOLTA! - Gritando
Dulce – Cala a boca, as crianças estão dormindo! Vai tomar um banho e dormir você também, está bêbado
Terminei de subir as escadas e fui para o meu quarto, estava tarde e precisava pelo menos tomar um banho e descansar para acordar cedo.