CAPÍTULO 39

3114 Words
Dulce Maria Um novo dia se passou rapidamente e junto a ele tive que aguentar o Christopher com cara feia e azeda para mim desde cedo, quando redigimos o meu contrato. Agora sim eu estava segura no emprego. Perguntou pelo menos umas 3 vezes se realmente eu iria sair com o Doutor hoje e em todas as vezes eu disse a ele para cuidar da vida dele, que nosso relacionamento é estritamente profissional, eu heim, no contrato não tem nada dito que eu tenho que contar tudo o que faço da minha vida para ele. Era final de tarde e eu já contava as horas para ir me arrumar e sair, estava acabando de chegar da escola de natação de Eduardo, ele teve aula e eu fui busca – lo Dulce – Muito obrigada Jaime, um bom fim de turno para você Eduardo – Tchau Jaime Jaime – Muito obrigada, bom descanso a vocês Entramos em casa, coloquei Henrique no chão da sala para que pudesse brincar com seus brinquedos e fui ajudar Eduardo no banho, Eduardo – Já to saindo do banho tia Dulce – Que banho rápido, você lavou a cabeça ou está tentando me enganar? – Pego a toalha que estava pendurada Eduardo – Uhum, lavei sim – Fazendo sim com a cabeça Dulce – Deixa eu cheirar – Me aproximei dele e cheirei – É mesmo, você lavou, bom trabalho pestinha! Eduardo – Não posso ficar fedido não Dulce – Não mesmo. Então fecha o chuveiro, vem se secar e vamos para o quarto Assim que encostei em seu braço para ajudar ele a se secar, vi ele gemer baixo de dor e reclamar para não pegar no braço dele Dulce – O que você fez no braço, Eduardo ? Eduardo – Eu caí na la escola tia Dulce – Mas caiu tão feio assim? Está ficando bem roxo Eduardo – Sim Fiquei pensativa, mas não questionei mais e logo terminei de secar ele e ajudei ele a se trocar. Dei o jantar a eles, jantei na companhia de Antonella e para a minha sorte, as crianças não demoraram a ir dormir, então eu corri para tomar meu banho e me arrumar. ⚽ Eram 21h30 e eu já estava praticamente pronta, coloquei um vestidinho preto colado que eu ganhei da minha mãe há 5 anos atrás, um saltinho scarpin que eu roubei de Anahí, alias não roubei não, peguei emprestado há uns 3 anos e ainda não devolvi, pretendo devolver o dia que eu lembrar ou que ela me cobrar. Eu usava uma maquiagem forte com base, pó, blush, rímel, corretivo, lápis de olho, delineador e um batom marcante vermelho, estava finalizando meu penteado, estava deixando as pontas do meu cabelo onduladas quando senti alguém aparecer atrás de mim, era Christopher que me olhava dos pés a cabeça, ou melhor, me comia com o olhar. Dulce – Não tem educação em bater na porta não? Christopher – A porta não estava trancada e também você está na minha casa – Sério e com as mãos no bolso Dulce – Fala logo o que quer, já já Karev chegará Christopher – Vim só te lembrar de que amanhã você trabalha. No novo contrato eu não posso te demitir por motivos fúteis, mas posso te demitir por justa causa Dulce – Você já falou isso umas 300 vezes mas não se preocupe patrãozinho, não vou te dar esse gosto de me mandar embora novamente – Sorri sarcasticamente Christopher – Assim espero! - Me olhando de cima a baixo - Está muito bonita Antonella apareceu na minha porta avisando que Karev já tinha chegado, peguei minha bolsa e saí do quarto, deixando Christopher lá parado Dulce – Quando sair por favor feche meu quarto Desci as escadas, me despedi de Antonella e fui de encontro a Karev, que me esperava do lado de fora do carro Karev – Nossa, como está linda Dulce Maria! Dulce – Muito obrigada – Sorri – Vamos? Karev – Mas é claro! Ele abriu a porta para mim e entramos no carro, rumo a mais nova balada ⚽ Era um lugar um tanto quanto chique, não era grande e nem muito pequeno, o som da música eletrônica dominava o ambiente, demos mais alguns passos, subimos algumas escadas e logo demos de cara com Anahí e Poncho que já estavam por lá Anahí – Amiga que bom que chegou Dulce – Oi Anny, oi Poncho – Os cumprimentei com beijo na buchecha – Esse aqui é o Karev, meu mais novo amigo Karev – Prazer conhecer vocês Ambos se cumprimentaram e eu e Anahí resolvemos ir ao bar pegar bebidas para nós Dulce – Vê pra gente 2 smirnoffs Ice, 1 caipirinha e 1 Vodka com energético – Pedi ao garçom Anahí – Amiga, que amigo gato é aquele que você trouxe? Onde você conheceu ele? Dulce – Bonito, né? É o médico que cuidou de Henrique, lembra que antes de ontem eu te falei que ele estava no hospital?- Ela assentiu e eu continuei – Então, eu conheci ele lá Anahí – Bem gatinho e pelo visto está de olho em você Dulce – Acha que já não percebi, loira? Anahí – E você vai aproveitar, não é? Dulce – Mas é claro, agora estou oficialmente solteira, se der bandeira eu pego mesmo Anahí – Certíssima, se eu não tivesse o Ponchito eu faria o mesmo Pegamos nossas bebidas e voltamos para a mesa, o som extralava alto agora ao som de música sertaneja. Ficamos bebendo e conversando um pouco, ou melhor, tentando conversar pois estava difícil entender uma frase inteira devido á musica alta Anahí – Dulce já me falou muito de você – Gritou Dulce – Cala a boca, Anahí! Anahí – Ai amiga é verdade, faz 2 dias que você só fala nele Eu estava assustada com o tanto de mentira que Anahí estava dizendo, ela queria fazer isso para ver se Karev diria alguma coisa e se ele não dissesse nada seria bem capaz dela me jogar em cima dele Karev – Bom saber disso...O que acham de irmos dançar? O clima está bem propício para isso – Sorriu Dulce – Eu topo! Alfonso – Eu topo também – Se virou para Anahí = Vamos dançar amor? Anahí – Vamos, quero rebolar a raba no chão – rindo Dulce – É música sertaneja, Anahí Anahí – E dai? O Importante é rebolar a raba Neguei com a cabeça, me levantei e fomos todos para a pista de dança, não sei porque mas a sensação de estar sendo observada estava me dominando. Começamos a dançar, Anahí e Poncho dançavam juntos enquanto eu arriscava alguns passes de sertanejo com Karev Karev – Ai meu pé Dulce – Desculpa, mas eu falei que não sabia dançar sertanejo, você insistiu então a culpa é sua – Dei de ombros Karev – Está bem, está bem – fazendo sinal de rendição – Vamos dançar de outra forma então Dulce – Ok, espera aí que vou pegar outra bebida Fui em um pé e voltei no outro, peguei bebida para nós 4 e agora para a minha alegria era funk que tocava alto. Eu já estava um pouco alterada e Karev também, comecei a dançar de forma sensual, roçando meu corpo no dele, eu sentia alguns olhares para cima de mim e aquilo me deixava ainda mais animada Descia até o chão afim de provoca -lo e ele sorria de forma safada para mim, seria hoje que minha piriquita iria conhecer novos ares Karev – Você dança muito bem, alguém já te falou isso? Dulce – Já falaram mas sempre é bom ouvir novamente Karev – Além de linda é modesta, gosto disso Eu estava adorando isso, confesso que estava um pouco excitada com a nossa dança, mas agora precisava ir ao banheiro pois já estava com a bexiga doendo. Dulce – Vou ao banheiro, já volto, me espere aqui Karev – Está bem Dei a volta no salão e entrei no banheiro, para a minha sorte estava vazio, então fui logo procurar uma cabine para poder fazer meu xixizinho. Fiz o meu xixi mas como estava um pouco excitada resolvi me satisfazer temporariamente por ali mesmo, eu abaixei mais a minha calcinha e comecei a me tocar, óh céus que delícia! Mordia meus lábios ao mesmo tempo em que brincava com o meu grelinho e tentava imaginar Karev ali me chupando, mas Christopher tomava a minha mente. Passei a me penetrar com um dedo fazendo movimentos bruscos e tentava segurar meus gemidos, o que estava quase impossível, mas foi só eu ouvir a porta do banheiro se fechar que então eu me assustei e resolvi parar por ali mesmo, p***a, eu estava para ter um orgasmo maravilhoso! Me limpei, mas assim que saí da cabine dei de cara com ele, parado a minha frente e com os braços cruzados. Sim, Christopher Uckermann estava dentro do banheiro feminino e ao que parece, era ele quem havia fechado o banheiro Dulce – Você entrou no banheiro errado, o banheiro dos homens é do outro lado – Disse disfarçando Christopher – Não, entrei no banheiro certo, vim atrás de você mesmo Dulce – O que está fazendo aqui? Você não falou nada de que viria Christopher – Eu não devia te falar pois nossa relação é estritamente profissional, mas eu falo: resolvi vir, busquei meu vip com o Dr Karev, no hospital em que ele trabalha Dulce – E cadê a peitinho de ervilha? Digo..Sua namorada? Christopher – Não quis trazê- la, digamos que quis vir para me divertir Dulce – Sabe que não pode entrar aqui, não é? – Ele nada respondeu e eu continuei a falar – Eu vou sair daqui Fui até a porta e tentei abri – la, mas estava trancada Dulce – Se você não abrir essa porta eu vou gritar, Christopher! Christopher – Eu estava ouvindo tudo Dulce, ouvi quando você gemeu chamando pelo meu nome, você me quer e eu te quero, dá uma chance para eu me retratar com você Dulce – Eu não estou nem aí se você está arrependido, sua chance já foi! Abre essa porta logo! Eu já estava irritada mas ao invés de abrir a porta ou ao menos me responder, Christopher me agarrou pela cintura e me beijou, começou com um beijo calmo mas que logo se tornou intenso, me empurrou levemente contra a parede e passou a me pressionar, sem parar um segundo se quer de nos beijarmos. Eu já poderia sentir seu p*u endurecer e roçar por cima da roupa, eu sabia que estava errada mas confesso que já estava louca Ucker - Que tal brincarmos um pouquinho aqui? Uma rapidinha bem gostosa? – sussurrou em meu ouvido, passando a língua pela ponta da minha orelha e apertando a minha bunda Dulce – Na – Na – Não – Gemi baixo e de olhos fechados Eu dizia e pensava em sair dali pois lembrava de Karev e principalmente Janaína que apesar de eu não gostar dela, não merecia isso, mas meu corpo me traia e implorava por ele, minha b****a já estava em chamas Ele sussurrava e pressionava ainda mais o seu corpo contra o meu, eu soltei um gemido, já estava louca e não respondia mais por mim então somente assenti. Senti ele se afastar um pouco, virei o pescoço para ver o que ele estava fazendo, vi que ele estava abaixando as calças e logo depois se aproximou de mim novamente, levantando meu vestido até a cintura e afastando minha calcinha para o lado. Segundos depois já roçava o seu p*u em minha b****a. Eu me empinei melhor mas ele continuou a brincar, passando seu p*u pelo meu grelinho Ucker - Tá gostoso assim, Dulce? Dulce - p***a Ucker, me fode! - grunhi Ele emperrou o seu p*u com tudo em mim e eu gritei, não estava sem aí se alguém de fora poderia ouvir. Ele segurava minha cintura e aumentava cada vez mais os movimentos. Christopher subiu as mãos pela minha barriga até chegar em meus s***s por baixo do vestido e começou a aperta - los enquanto me fodia Ucker - p**a que pariu você é gostosa pra c*****o - gemendo A única coisa que se ouvia dentro daquele banheiro era nossos corpos se batendo e nossos gemidos, parecíamos dois adolescentes loucos, selvagens e sedentos por sexo. Dulce – AHHHH CARALHOO - gemendo Ele parou um pouco e apontou para a pia, eu entendi o recado. Ucker - senta ali no canto da pia, quero te fuder ali agora Sem nem pestanejar eu tirei minha calcinha de vez, me sentei, abri bem as pernas, mordi os beiços e chamei por ele com o dedinho. Dulce – Vem Passei o mesmo dedinho pela minha b*******a, alisando os lábios vaginais e o g***o. Christopher sorriu safado, se aproximou de mim mas ao invés de me fuder, ele se abaixou e começou a passar a língua pela minha b****a. Ele sugava selvagemente enquanto me olhava, eu me contorsia em cima da pia, havia levantado ainda mais o meu vestido, massageava meus s***s e passando a língua pelo biquinho deles. Senti ele passar os dedos por toda a minha b****a ao mesmo tempo que me chupava e parar eles por cima do meu ânus Dulce – Ai não, desgraça! Christopher – Calminha senhorita Dulce, sabe que não vou te machucar Ele enfiou um dedo em mim e eu juro que tentei segurar o grito de dor, mas acho que a balada inteira me ouviu. Fazia movimentos de vai e vem e aos poucos a dor foi passando, dando lugar ao t***o novamente e quando dei por mim, estava rebolando em seu dedo Christopher – Está gostoso, minha cachorra? Dulce – Si – Sim – Gemendo Parou de me chupar, se levantou, se encaixou melhor no meio das minhas pernas e novamente me penetrou com tudo. Eu passava as unhas em seu abdômem por baixo da camisa e ele estava com uma mão massageando meu seio e a outra massageava meu grelinho enquanto me fodia. Ele me fudia com gosto, metia aquele p*u delicioso na minha b****a e urrava feito um bicho. Senti o orgasmo chegando, uma estranha sensação de formigamento me dominou me fazendo contorcer enquanto seus olhos se conectaram aos meus. Ucker - Olha pra mim e goza, eu vou gozar também. Ele pediu num gemido me estocando uma última vez e então eu senti meus músculos extremecerem. Senti uma sensação poderosa dominar meu corpo e então eu gozei. Senti quando ele gozou, seus braços me apertavam enquanto seu m****o estremecia dentro de mim. Dulce - Você me fez t*****r com você no banheiro da balada – ofegante – Isso não devia ter acontecido Ucker - Não fiz nada que você não quisesse - sorri Eu coloquei minha calcinha, ajeitei meu vestido e o meu cabelo, Ucker levantou sua cueca e sua calça e arrumou o cabelo também. Dulce – O que aconteceu aqui foi errado e não devia ter acontecido, isso está errado, eu nunca fui e nunca serei amante de ninguém. Christopher – Você vai voltar a ser minha logo, Dulce Maria! Eu vou conseguir o seu perdão Dulce – Nos seus sonhos, quem sabe? Ou acha mesmo que só porque transamos eu vou voltar com você? – Sorri cinicamente Christopher - Da ultima vez transávamos sempre e quase namoramos, porque não? Dulce - Porque o que aconteceu aqui, patrãozinho, foi só uma diversão - Pisquei - Agora vou voltar pois Karev espera por mim e você devia pensar melhor na sua namoradinha Christopher – Talvez – Saindo – Vou para casa, quer carona? Dulce – Não! Saí sem mais nem menos e fui em direção a Karev, o coitado ainda estava no meio da pista me esperando Karev – Você demorou, aconteceu alguma coisa? Dulce – Tive um probleminha mas agora já está tudo certo Karev – Tem certeza? Está tudo bem mesmo? Dulce - Sim Voltamos a dançar e agora nos juntamos a Poncho e Anny, que já estavam mais bêbados que tudo, acho que se jogar um fósforo neles, pega fogo. Não demoramos para ir embora, obriguei Anahí e Poncho irem embora de Uber, Karev por incrível que pareça era o mais sóbrio então ele guardou o carro de Anahí em um local seguro por ali e eu salvei o endereço para passar para ela no dia seguinte, para que fosse buscar. Eles foram embora e Karev deu carona para mim novamente até a minha casa, eu estava ficando m*l acostumada, mas se o homem quer ficar com a gente, tem que ser ao menos cavalheiro, não é? Principalmente se quiser a nossa piriquita Karev – Bom, está entregue Dulce – Obrigada pela noite e pela carona, toca aí – Fiz o movimento de toque e ri Karev – Você é uma figura – Rindo também – Posso fazer algo que quero muito fazer? Dulce – Se é me beijar não devia nem perguntar, estou um pouco bêbada mas saberei bem o que estou fazendo Karev se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me beijou, era um beijo gostoso, calmo e nossas línguas se encaixavam perfeitamente. Eu entrelacei meus braços por volta de seu pescoço mas logo fomos interrompidos por uma voz vinda de trás de mim Christopher – Beijando um homem na porta da minha casa, Dulce Maria? Dulce – Até onde eu sei – olhei para o chão rindo – estou na frente da porta da casa, nenhum de nós dois estamos com o pé dentro da sua casa e eu não estou em horário de trabalho então posso fazer o que quiser Karev – Eu vou indo, não quero causar problemas para você, nos vemos mais vezes? Dulce – Com certeza Karev – Então eu te mando mensagem, até mais – Se aproximou e me deu um selinho – Vai descansar, está alterada pela bebida – Se virou para Christopher - Tchau Christopher Entrei em casa e resolvi ignorar completamente a presença de Christopher ali, que estava parado e visivelmente alterado pela bebida. Estava me olhando estaticamente, enquanto eu subia as escadas ele gritava feito o tonto que era e se quer respeitando o sono dos filhos Christopher – VOCÊ PODE BEIJAR OUTRAS BOCAS MAS É A MIM QUE VOCÊ QUER, DULCE MARIA! E EU VOU TE TER DE VOLTA! - Gritando Dulce – Cala a boca, as crianças estão dormindo! Vai tomar um banho e dormir você também, está bêbado Terminei de subir as escadas e fui para o meu quarto, estava tarde e precisava pelo menos tomar um banho e descansar para acordar cedo.
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