KN O sol nem tinha se escondido direito e eu já tava de pé, camisa preta simples no corpo, boné pra trás e o coração batendo num ritmo estranho. Fazia tempo que eu não sentia essa ansiedade boa, esse frio no estômago antes de ver alguém. Mas era diferente agora... era ela. Era o molequinho também. Era o sentimento que eu tava tentando entender — e que a cada dia crescia mais sem eu perceber. Saí da boca depois de organizar os corre da manhã. Os parceiro ficaram no comando por algumas horas. Hoje era dia de fazer algo leve, dia de ver minha paz. Peguei a moto e fui em direção à casa da Camila. Quando bati na porta, foi o Lucas quem abriu. Lucas: Tio KN! — ele gritou, pulando no meu colo. Não teve como não sorrir. KN: Fala, campeão. Tava com saudades de mim, é? Lucas respondeu todo e

