Entre a vida e a Morte.

1205 Words
Fabrício Quando vi ela caindo em cima de mim, meu mundo caiu, sabia que não poderia ter deixado ela vir, os seguranças do restaurante seguraram o Josh, enquanto eu implorava por socorro, ela tinha levado dois tiros e os dois atingiram a lombar e atravessaram o abdômen. A ambulância chegou rápido, os paramédicos fizeram os primeiros socorros, para ela parar de perder sangue eu deixei o carro e fui na ambulância. Maria: - Alô Fabricio: - Mãe o Josh atirou na Esther. Maria: - Eu sabia que ele faria isso, como ela está?! Fabrício: - Não sei, ela está inconsciente, só pede para alguém no restaurante vou passar o endereço por mensagem, estou na ambulância com ela a caminho do hospital. Maria: - Está bem, vou avisar a família dela, filho cuida dela. Fabrício: - Pode deixar mãe. Chegamos no hospital ela foi direto para cirurgia, e eu fiquei na recepção. Enfermeira: - tem que assinar a entrada Senhor. ela falou e estava tão agitado. Enfermeira: Senhor qual o parentesco? Fabrício: - Sou esposo Enfermeira: - ok, vamos dar entrada. Assinei os papéis me identifiquei como esposo, nos nem morávamos juntos, ela vai ficar furiosa comigo, fiquei ansioso com tudo. Lucinda: - Fabrício, cadê minha filha? Fabrício: - Está em cirurgia. Lucinda: - E os papéis do hospital? Fabrício: - Eu assinei, falei que sou esposo. Lucinda: - basicamente é, e o bebe? Fabrício: - Você sabe? Lucinda: - Claro, não que ela tenha me contado, mas eu vi assim que ela chegou em casa. - Agora que vi que ela ia ser feliz, l que aconteceu? Fabrício: - Sinceramente eu não sei, ela foi conversar com o Josh naquele lugar e eu fiquei em uma mesa distante, eu apenas vi que ele estava com a ex dele a Valentina. Lucinda: - A Esther precisa voltar logo, e ele? Fabricio: - Eu vi que os seguranças do local seguraram ele, mas não vi depois, eu vim com ela e pedi para um funcionário pegar o carro lá. Lucinda: - Preciso que fique com a Esther, em casa não poderei proteger ela. Fabrício: - Já falei com ela, mas ela não quis. Lucinda: - Agora com o que aconteceu é capaz que ela aceite, você terá condições de proteger minha filha. Fabrício: - Sra. Lucinda, vou falar com ela, mas não irei obrigar ela a nada. Lucinda: - Sim, eu entendo. O médico veio em nossa direção. Dr. Acompanhante de Esther, eu levante prontamente. Dr. : - A Esther perdeu muito sangue, um dos disparos atingiu o um rim, e outro atravessou o útero dela e ela perdeu o bebe. Fabrício: - Meu bebe, ela perdeu meu bebe. Eu fiquei ali parado sem saber o que fazer e o médico continuou. Dr: - A Esther teve duas paradas cardíacas na cirurgia e tivemos que entuba-lá, orem não sabemos se ela irá resistir, conseguimos parar a hemorragia, mas os ferimentos foram graves e ela pode precisar de outra cirurgia. O médico saiu e eu fiquei prostrado no chão com minha sogra chorando tentando me acalmar, eu queria o Josh morto, porque a prisão seria pouco para ele, ele matou meu filho e quase matou minha mulher, o amor da minha vida e ainda corre o risco de morrer, ele já fez muito m*l para ela, eu me levantei sequei os olhos. Fabrício: - Lucinda, eu vou fazer umas coisas você cuida dela? Lucinda: - Cuido sim, juízo! Eu acenei com a cabeça e sai de lá, fui para casa do meu irmão, eu era o único da família que não fazia coisa errada só que pelo meu filho e a Esther eu não estava mais nem aí. Jonathan: - Quem é vivo sempre aparece. Fabrício: - Não estou com graça. Jonathan: - A mãe estava nervosa hoje, mas não quis me contar, o que manda? Fabrício: - Eu quero a cabeça do Josh em uma bandeija, ele matou meu filho e a Esther está entubada entre a vida e a morte. Jonathan: - O que rolou? Fabrício: - Ao certo não sei, só sei que ele pediu para falar com ela, e eu fui mas fiquei longe, quando ela saiu e veio ao meu encontro ouvi só os disparos e ele com a arma sendo segurado pelos seguranças. Jonathan: - Ele foi preso? Fabrício: - Não sei estava no hospital até agora. Jonathan: - Olha não é simples matar alguém na cadeia, você sabe e outra para ter autorização vou precisar da versão dele, entendi. Fabrício: - E se eu fizer? Jonathan: - você não vai fazer nada, você é o único certo aqui, o único que não deu desgosto para nossa mãe, sei que está sofrendo e quando a Esther sair, ela vai visitar você na cadeia? Fabrício: - Ele matou meu filho e quase matou ela. Jonathan: - Fabrício a Esther é a mulher mais sem rancor que já vi, acha mesmo que ela vai ficar nessa? Fabrício: - Vou esperar ela acordar e conversarei com ela, mas duvido muito que algo mude. Jonathan: - Se acalma, vai ficar com ela, porque ela precisa de você agora. Fabrício: - Vou ir tomar um banho e vou voltar para o hospital. Jonathan: - Se precisar me liga. Fabrício: - Pode deixar. Depois que vi que minha roupa estava suja de sangue, estava tão preocupado com tudo que bem vi isso, fui para casa tomei um banho coloquei uma roupa limpa, e voltei para o hospital. Lucinda: - Fabrício, tenho que ir pegar o Brian. Fabrício: - Ele não está no Josh, tinha até esquecido disso. Lucinda: - Vou ir pegar ele, a avó dele não queria levar, vou ter que ir com a polícia. Fabrício: - Se precisar de algo me avisa, depois do que aconteceu, acho melhor até ele ficar longe dele. Lucinda: - Também acho, vou focar no Brian e você foca na Esther, pode ser ? Fabrício: - Pode sim, vou cuidar dela. Passei o resto da noite no hospital e nada da Esther, a angústia, ansiedade tomavam conta de mim, no final do outro do o médico finalmente deu notícia. Dr: - Boa noite! Fabrício: - Sim doutor! Dr: - A Esther teve duas paradas cardíacas, vamos ter que abrir ela novamente, estamos suspeitando de outra hemorragia que não conseguimos ver no primeiro exame, se tiverem doares de sangue seria bom, já usamos 7 bolsas e ela continua perdendo sangue. Fabrício: - Quais são chances ? Dr: - Se você tiver fé e se acredita em Deus, meu conselho é que ore, tenho 30 anos como médico é muito raro alguém sair dessa situação. Fabrício: - Entendi Dr. Depois que o médico saiu mandei mensagem para minha mãe e para minha sogra, elas foram para igreja orar por ela e fazer corrente de oração pela Esther. Eu me ajoelhei e comecei a falar com Deus, eu nem sabia como fazia aquilo e confesso que fiquei meio perdido, mas passei mas tempo chorando do que falando alguma coisa. Quando o dia estava amanhecendo, fui na porta da UTI e fiquei lá parado chorando o que eu mais queria estava ali atrás daquela porta, minha vida, meu coração, meu amor, minha família.
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