Fabrício
Ando preocupado nos últimos dias a Esther está ficando melhor, mas a Rosangela e Josh estão conseguindo tirar a minha paz, eu não falei para a Esther mas ele invadiram a casa da mãe e ela ficar aqui foi apenas um pretexto, a irmã dele está com o namorado, meu irmão já vasculhou tudo atrás dos dois e nada, cheguei a pensar em andar armado, mas a Esther jamais iria aprovar isso.
De tudo que está acontecendo o que mais eu acho estranho é como a Valentina se meteu nessa confusão, porque não faz o menor sentido isso tudo, ela conhece o Josh melhor que qualquer outra pessoa e defender ele? Isso não tem lógica alguma e outra se ele quis me matar por raiva de hoje eu estar com a Esther, porque estarei com ele se ele ama outra, não faz o menor sentido e preciso descobrir.
Jonathan: - Fabrício?
Fabrício: - Alô!
Jonathan: - Irmão achamos algo próximo da oficina vou te mandar as fotos.
Fabrício: - E coisa séria?
Jonathan: - Acredito que sim, a Esther precisa saber, ela estando no escuro vai ficar só mais vulnerável.
Fabrício: - manda para mim.
Quando abri as fotos no meu celular, era um boneco de pano com o nome do Brian, outro com o nome da Esther, estavam cobertos com o que parecia ser sangue e na parede dessa viela escrito: - você me tirou tudo irei tirar tudo de você e vocês não iram me achar, ao tinha uma das câmeras que ficava a oficina conseguiram tirar de lá, ou seja, podem ter entrado lá sem ninguém perceber, liguei de volta para o meu irmão.
Fabrício: - Jonathan, me escuta vai na oficina e vê se tem alguém no apartamento de cima, ao lado dos bonecos está uma das câmeras da oficina.
Jonathan: - Estou indo lá agora.
Ele não desligou, continuou comigo em linha.
Jonathan: - Fabrício (ele ficou mudo por um tempo), a quanto tempo você não vem aqui?
Fabrício: - Desde que a Esther levou o tiro.
Jonathan: - Está tudo revirado aqui, fotos de vocês dois por todo lado, ah meu Deus!
Fabrício: - O que foi?
Jonathan: - Lembra que você falou que a Rosangela perdeu o bebê?
Fabrício: - Sim.
Jonathan: - Tem um bebê na privada, cabe em uma caixa de sapatos, menor que isso.
Fabrício: - Será que ela abortou?
Jonathan: - Olha não sei, mas aqui tem muita bebida, e sinais de uso de droga, ela não fez isso sozinha, vou mandar dois homens meus para ficar na porta da casa de vocês de tocaia, avise a Esther e não leve o Brian para escola, pelo menos até pegarmos esses dois.
Fabrício: - está bem, e Jonathan obrigada!
Jonathan: - Você é meu irmão e não irei deixar você fazer coisa errada.
Desligamos e fui para o quarto ver Esther, ela estava fazendo algumas coisas que fisioterapeuta orientou.
Fabrício: - Princesa?!
Esther: - Oi amor, está bem difícil aqui. Ela riu
Fabrício: - Acho que mais uma semana e você já estará totalmente recuperado.
Esther: - Deus te ouça!
Fabrício: - Preciso te contar uma coisa.
Esther: - Pode falar, você está sério.
Fabrício: - Encontramos algumas coisas relacionada a Rosangela, (mostrei as fofos), meu irmão viu que ela estava usando o apartamento de cima da oficina e como ela se mostrou bem ágil, ele está mandando dois homens dele para ficar na frente da nossa casa, outra coisa, não iremos mandar o Brian para escola por esses dias, sua mãe continuará aqui e sua irmã no namorado, achamos que ela não perdeu o bebê Esther o feto foi encontrado não apartamento parece cena de filme de terror pelo que meu irmão falou.
Esther: - Amor . Ela começou a chorar.
- Se ela matar vocês? Não quero perder vocês? Se eu tivesse morrido vocês estaria seguros agora.
Fabrício: - Esther não fala besteira você é eu não fizemos nada, e a maior vítima aqui é você.
Esther: - O que vamos fazer?
Fabrício: - Primeiro precisamos ter calma.
Esther: - Sim, precisamos.
Eu fui para o andar de cima da casa, olhei cada cômodo, principalmente os quartos do Brian e da Lucinda e não achei nada de suspeito, voltei para o andar de baixo e tinha uma louça na mesa que não estava lá quando eu subi.
Fabrício: - Esther?
Esther: - Oi amor. Ela chegou com algumas coisas da dispensa. Hoje irei fazer o almoço, ok?
Fabrício: - Ok, vou te ajudar. E lhe dei um beijo.
Já fazia 15 dias que ela tinha voltado e eu não aguentava mais ficar sem ela, meu corpo pedia por ela e o dela pedia pelo meu, mesmo contudo aquilo acontecendo, peguei ela no meu colo e coloquei as pernas dela na minha cintura, levei ela para nosso quarto.
Ela tirou minha roupa tão rápido e como ela estava de vestido eu nem tive trabalho para nada, beijava seis s***s, chupava eles com tanta intensidade que ela gozou de eu estar fazendo isso, aproveitei a deixa coloquei a camisinha e com cuidado e desejo a penetrei, sim eu precisava disso, ela apertava meu corpo contra o dele e gemia baixinho, o que eu mais amava na Esther era o fato dela não ser escandalosa, isso me deixava mais e******o, nos derramamos um no outro em questão de minutos, eu tirei a camisinha e joguei do lado, ela olhou para mim sorrindo.
Esther: - Eu te amo demais. E voltou a me beijar e lá estávamos nós de novo totalmente entregues um ao outro, só que dessa vez ela que comandou tudo, era incrível ver como ela me queria daquele jeito, coloquei outra camisinha e ela sentou em mim enquanto chupava meu pescoço, ela apertava minha barriga, subia e descia rebolando em mim, e gozamos de novo juntos ela chamou meu nome cansada e deitou na cama.
Fabrício: - Você vai descansar, não vai fazer almoço.
Esther: - vou sim!
Levantamos e fomos para o banho, quando ligamos o chuveiro desceu uma água vermelha, parecia sangue a Esther estava de baixo, começou a gritar e chorar.
Esther: - O que é isso, Fabrício, Fabrício??!!!!
Fabrício: - Calma! Peguei uma toalha a cobri e desliguei o chuveiro.
A levei para a cama tentando acalmar ela, e vejo meu celular fazer sim de mensagem.
‘ isso foi apenas o começo, vocês me tiraram tudo e iram perder tudo’
Era uma mensagem da Rosangela.
Peguei a Esther coloquei no carro e já falei para ligar para mãe dela para ir para minha mãe de lá iríamos para uma chácara da família no interior.
Fabrício: - Ligou para sua mãe?
Esther: - Liguei, ela disse que vai pegar o Brian e já vai para sua mãe.
Fabrício: - Está bem, vamos fica em outro lugar até conseguirem dar um jeito nesses dois.
Esther: - Dois? Fabrício o Josh não é nenhum santo mas pelo que vejo tudo vem nesse momento da Rosangela.
Fabrício: - Eu tenho quase certeza que os dois estão agindo juntos.
Esther: - Sério?
Fabrício: - Sim, só queria entender o porque a Valentina ajudaria eles.
Esther: - Entendi, bom vamos esperar.
Ao chegarmos na minha mãe, já estava tudo pronto, o Brian chegou com a Lucinda logo em seguida.
Eu fiquei na sala com a Esther depois que tomamos banho, a polícia foi até a minha oficina e cegaram digitais do Josh, Valentina e da Rosangela por toda parte e fecharam a oficina até confirmarem se tinham adulterado algum equipamento ou material.
A Esther estava em pânico apenas de tentar demonstrar calma, ela estava tendo tremores a todo momento é se cobria dizendo estar com frio.
Jonathan:- Fabrício, mãe?
Fabrício: - Oi. Ele me abraçou abraçou a Esther e me chamou para irmos na cozinha.
Jonathan: - Fabrício, já que a polícia está envolvida não vou poder fazer muito, mas a Rosangela vai ter acesso a tudo seu de alguma forma ela tem suas senhas, ela invadiu tudo com suas senhas, você não percebeu?
Fabrício: - Estava tão preocupado com a Esther que não, não percebi.
Jonathan: - Troque tudo imediatamente, e outra coisa acho que alguém que confiamos está nos traindo, a Rosangela teve acesso muito fácil a sua casa, alguém permitiu a entrada.
Fabrício: - Será que é o Jaime? Ele sempre teve acesso a tudo e está no controle da oficina.
Jonathan: - Não sei, mas seria bom ficar de olho, só podemos confiar em quem está aqui, entendeu.
Fabrício: - Sim, entendi.
Voltei para a sala e a Esther tinha pegado no sono, o Jonathan foi ver minha mãe e logo depois foi embora, peguei no sono um pouco depois que ele foi embora.
Esther: Amor acorda.
Fabrício: - Bom dia!
Esther: - Bom dia amor! Quero arrumar aqui, não quero que a casa da sua vire uma baderna.
Fabrício: - Está bem.
Arrumamos a sala e minha colocou o café, tinha mais quartos na sala da minha mãe mas a Esther só poderia ficar subindo e descendo escadas depois de um mês da alta e com as coisas que aconteceram preferi não arriscar.
Esther
Estou procurando demonstrar calma para o Fabrício, mas é perceptível como estou por dentro os tremores me entregam a todo momento.
Esther: - Amor a fisioterapeuta vai vir aqui ou vou ter que ir ?
Fabrício: - Tinha esquecido, vou ligar para ela.
Maria: - Tenho que ir no mercado, o Brian e a Lucinda vão comigo.
Esther: - Está bem.
Fabrício: - Só tomem cuidado.
Lucinda: - Pode deixar.
Tomamos café e logo os três saíram, depois de uns minuto ouvimos a campainha, Fabrício quer ver que esqueceram alguma coisa, ouço vozes, mas não é das nossas mães.
Fabrício: - Calma, estou sem arma calma.
Esther: - Estamos sendo assaltados. Quando chego próximo à porta de entrada é o Josh com a Rosangela.
- O que vocês estão fazendo aqui?
Rosangela: - Sério isso?
Josh: - Só viemos terminar o que começamos.
Nos amarraram de frente um para o outro, o Josh pegou uma faca e cortou o rosto do Fabrício.
Josh: - Vai vamos ver se assim fica bonito, me diz o que ela viu em você hein?
Rosangela: - vamos ver uma coisa.
Pegou um pedaço de madeira e bateu com força em minha mão que quebrou na hora.
- Oh não é tão forte assim.
O Fabrício gritou dizendo que iria matar ela, eu com medo das nossas mães chegarem.
Josh: - vamos ver até aonde o feioso aguenta. Começou a socar a cara dele.
Esther: - para por favor para, eu faço o que você quiser mas para.
Rosangela deu tapa na minha cara, e socou meu estômago, fiquei sem ar.
Fabrício: - Porque vocês estão fazendo isso? Está tão difícil seguir em frente, deixem ao menos ela ir.
Rosangela: - Vocês mataram meu filho.
Esther: - Nos não fizemos nada, vocês só podem estar loucos.
Josh: - Era uma menina Esther, uma menina, vocês mataram nossa menina.
Fabrício: - Vocês são dois loucos.
Rosangela: - Eu e o Josh iríamos ficar juntos, quando ele soube que era uma menina, mas vocês a mataram, porque fizeram isso?
Fabrício: - Nós não fizemos nada.
Rosangela: - Não, eu só me lembro de ter acordado no apartamento da sua oficina toda ensangüentada e com o bebê na bacia do banheiro, o Josh me tirou de lá.
Esther: - Isso não faz sentido e a Valentina?
Josh: - Usei ela para não suspeitarem de nada, o plano era eu atirar no Fabrício e a Rosangela em você.
Fabrício: - Então porque acharam digitais dela na minha oficina.
Josh: - Vocês estão inventando.
Esther: - Vai na polícia e pergunta então.
Rosangela: - Isso é uma armadilha para sermos presos.
Fabrício: - Não é não.
Josh: - Vou chamar ela aqui.
- Alô, Valentina pode vir aqui ?
Valentina: - Sério?
Josh: - Sim.
Valentina: - Estou indo.
Enquanto ela não vinha Rosangela e o Josh batiam em nós dois, até que perdi a consciência e acordei com a gritaria, a Valentina não foi até lá ela mandou a polícia, levaram eu o Fabrício para o hospital e o Josh e a Rosangela foram presos.
No hospital ficamos em observação por 24 horas apesar dos ferimentos podíamos ir para a casa, ao chegarmos em casa Valentina estava lá, ao vê-lá me arrepiei e fiquei com medo.
Valentina: - Calma Esther, não irei lhe fazer m*l.
Lucinda: - Só deixei ela entrar porque ela me deu sua palavra que só queria conversar.
Valentina: - Eu vim explicar o que aconteceu.
- A Rosangela e vocês dois são apenas efeitos colaterais do meu plano.
Fabrício: - Que plano? Eu vi que ele tinha ligado o gravador do celular e colocou no bolso.
Valentina: - Quando eu descobri que a Rosangela estava grávida de uma menina, me revoltei, ele jamais teria o que me tirou, e me bateu e tirou minha filha de mim, então eu tiraria a dele também.
- A Rosangela mesmo grávida não deixou de beber, então aproveitei uma de suas saídas para drogar ela, no começo eu não queria matar o bebê, só queria dar um susto, mas tudo fugiu do controle ela caiu no chão e bateu a barriga que abaixou na hora, ela que me levou para oficina como tinha todos os acessos, eu olhei as senhas e as guardei, levei ela para a parte de cima ela estava tão drogada que eu batia nela e ela não sentia, quando vi o sangue escorrendo pelas pernas dela vi que o bebê estava em risco, eu tinha tudo na bolsa as bolsas para dilatação, assim que inseri o soro nela ela abriu e eu tirei o bebê, e joguei na privada, eu matei o filho dele já que ele matou o meu, aquele menina iria ser minha vida e ele a tirou de mim, depois do que fiz tirei o soro, e dei cocaína para ela, que por sinal ela gosta muito de usar não sei como nunca percebeu Fabrício.
Fabrício: - Eu nunca notei mesmo, isso explica as explosões dela.
Valentina: - O trabalho, academia, ela tinha tempo livre para fazer o que queria e você nem percebia, bom depois de tudo dei um jeito de acharem que foi vocês , mas não saberia que iriam chegar a tanto, por isso chamei a polícia, hoje o Josh teve o que mereceu e a Rosangela infelizmente foi consequência, preciso ir.
Quando ela saiu pelo portão três viaturas encostaram e levaram ela presa.
Esther: - Como?!
Fabrício: - Quando ela começou a falar e eu mexi no celular era para ligar para a polícia, eles ouviram tudo.
Esther: - achei que estivesse gravando.
Jaime: - Chefe, chefe, o senhor tem que ver isso.
Fabrício: - Calma o que foi?