Miguel A boca da Monica era o próprio paraíso e também o próprio inferno. Naquele momento eu tinha quase certeza que tinha em cada ombro meu um anjinho e um diabinho que ficavam brigando para ver quem iria ganhar a guerra que estava se formando. A forma de como as mãos da Monica estava em meu corpo, tocando o meu peito, fazendo o meu coração se acelerar, mais ainda por estar sentindo ali seu toque. Acho que foi um esforço sobre humano que não me fez a pegar no colo e leva-la ali contra a parede. E acho que eu não era o único que estava com essa mesma sensação. O corpo da Monica estava tremendo contra o meu, e enquanto a gente se beijava, a ouvia gemer baixinho e quem geme dessa vez era eu, porque só o som desse gemido que ela emitiu fez o meu p*u chorar um pouco. A contra gosto, paramo

