"Agora sente-se no copo", ele ordenou novamente. eu obedeci. Pegue o vestido e abra as pernas.
Ele não estava usando cueca. Tudo estaria à mostra. Fiz o que ele pediu, rezando para não corar.
-Assim está bem? Eu perguntei histericamente. Ela nem estava olhando para o rosto dele. Eu estava ficando muito envergonhada, mas me forcei a inclinar meus quadris para frente para dar a ele uma visão mais completa.
"É perfeito", admitiu. Ele se aproximou de mim-. abrir meu zíper e
saco
Eu ia perguntar o que era que eu tinha que tirar. Eu sei. Era tão óbvio e teria sido besteira. Engoli em seco ruidosamente e pensei que, afinal, era isso que eu tanto desejava todos aqueles dias desde o encontro no metrô. Quando finalmente o tive ao meu alcance, nunca melhor dito, fiquei com medo. Reuni força de vontade e abri o zíper dela como se estivesse manuseando explosivos. Olhei para seu rosto e vi que seus olhos estavam fixos em mim com uma expressão de desejo que quase queimou minha pele. Estendi a mão e toquei seu pênis. Estava quente e duro e eu instantaneamente fiquei sem fôlego. Essa foi a segunda vez que joguei em toda a minha vida. E se ele fez errado? Agarrei-o com cuidado e puxei-o para fora. Estava bem na minha cara e, quase sem perceber, lambi os lábios. Eu estava morrendo de vontade de colocá-lo na minha boca. Ou fugir. foi tudo tão
confuso…
"Passar de nível é parar de olhar e começar a fazer", explicou ele com respirações curtas. Ele estava tão animado quanto eu. Há muito tempo venho imaginando como seria tê-lo na boca e hoje vou descobrir. Isso se você não preferir me ver me masturbar, é claro.
Eu olhei para cima. Olhei de novo aquele deleite que tantas horas de sono me roubaram. Quando encontrei seus olhos novamente, abri minha boca e me inclinei para deixá-lo entrar. Queria ver a reação dele e ganhei um bom prêmio. Ela soltou um gemido estrangulado e jogou a cabeça para trás.
Era estranho tê-lo em sua boca. Foi uma sensação muito estranha. Novo.
Diferente. Uma parte de mim queria que eu guardasse isso e saísse correndo daquele banheiro, mas todo o meu corpo estava me pedindo para continuar, para ir tão longe quanto fosse necessário.
Tentei o máximo que pude, mas minha experiência era muito limitada. Ele só tinha feito isso com Javi e, honestamente, sem muito entusiasmo. Sempre o vi como um passo prévio necessário. No entanto, só de ver suas costas arqueadas, senti a umidade entre minhas pernas e um pequeno gemido também escapou da minha garganta. Ele estava começando a entender Sofi e a garota no provador.
Fazer isso em um homem era emocionante. muito exitante.
Lambi para cima e para baixo como sorvete e ele olhou para baixo novamente. Ele colocou a mão na minha cabeça e começou a mexer os quadris quando deixei que limpasse meus lábios novamente. Pensei em usar a minha para contê-lo, mas então me lembrei de Sofi. Eu coloquei minhas mãos atrás das costas e deixei-me ser feito. Ele estava fodendo minha boca. Ele não fez isso como um animal, não.
Ele entrou e saiu lentamente. Quando notava certa relutância em meu gesto, saía de novo. Também lentamente. E o tempo todo ele olhava para o meu rosto cerrando os dentes. Ele estava ficando louco. Então ela a deixou de fora por alguns segundos e percebi que estava morrendo de vontade de senti-la novamente. Estendi minha língua para que pudesse pelo menos lambê-la, mas ele se afastou um centímetro.
avançar.
"Se você continuar fazendo isso bem, isso não vai durar muito", ele rosnou.
"Você está me pedindo para fazer errado?" Eu perguntei brincando.
"Só se você quiser que eu f**a você, Ruth," ele apontou com o fogo se aproximando. de volta aos seus olhos.
Queria? Oh por Deus! Claro que eu queria, mas também continuar sentindo ela na minha boca. E sair de lá para f********o normal com pessoas normais, mas era impossível para mim resistir àquela situação e à morbidez que ela gerava dentro de mim. Eu imediatamente pulei de pé e virei as costas para ele. Apoiei um joelho no copo e levantei meu vestido para expor minha b***a.
"Bem, não espere mais", implorei, morrendo de vontade de receber algum prazer.
Ele não entrou em mim. De repente, senti sua língua entre minhas dobras, brincando desajeitadamente. Acho que a posição não era a mais adequada, mas a situação me fez cem. Inclinei-me para trás para aumentar a pressão e ele me deu um tapa enorme na bochecha com as duas mãos.
Doeu um pouco, mas me excitou ainda mais. A queimação nas nádegas me deixou ainda mais louco, se possível. Eu apertei novamente e ele pegou meus quadris para me ajudar a empurrar ainda mais forte.
Nesse exato momento, ouvimos que alguém havia entrado no banheiro.
Fiquei bem quietinha, mas ele redobrou as lambidas. Mordi meu pulso esquerdo enquanto estendi a mão direita para trás e agarrei seu cabelo para segurá-lo contra mim. Ele não andava com garotinhas. Sua falta de talento ele compensou com um entusiasmo avassalador. Ele me lambeu inteira, do c******s ao ânus. Ele até fez a ponta da língua entrar em mim e sugerir que logo haveria algo mais agradável ali.
Percebi que a falta de sexo em companhia estava cobrando seu preço e o orgasmo estava cada vez mais próximo. Eu estava morrendo de vontade de gozar em sua boca.
Puxei seu cabelo com mais força quando ouvi a porta do próximo compartimento se abrir.
Tinha alguém bem ali! Como se fosse uma deixa, ele aumentou o ritmo até ficar insano e meu orgasmo veio procurando por ele como um trem de bens. Mordi com tanta força para não gritar que machuquei a cabeça. boneca.
Finalmente ele parou de me lamber e me deu um tapa de novo enquanto o vizinho soltava uns dois litros de cerveja. Que exagero! Isso nunca iria acabar? Meu parceiro não parecia se importar, porque finalmente senti como ele entrou em mim e preencheu aquele vazio que já quase doía. Não pude evitar um suspiro que abafei com o pulso que me mordeu de novo.
A xícara fazia barulho quando nos mexemos. Não muito, mas se alguém estivesse prestando atenção, não teria sido difícil para eles saberem que havia um casal transando ali. Seus movimentos eram longos e lentos no começo, como se ele não quisesse parecer um bruto. E eu estava morrendo de vontade de ser.
Algumas vozes soaram no banheiro. Havia mais pessoas entrando. Diante do novo estímulo, ele acelerou o passo e pensei que estava morrendo.
Como ela poderia não gritar com o que estava sentindo? Suas mãos em meus quadris apertaram com tanta força que eu carregaria as marcas por dias. Seu pênis dentro de mim parecia tocar pontos que eu não conhecia até aquele momento. E eu estava encharcado. Eu sabia. Eu notei isso. eu ouvi. Eu estava transando em um banheiro público e não conseguia sentir vergonha, só queria mais. Mais rápido. Mais forte.
Era como se estivéssemos conectados, porque ele acelerava cada vez mais. Chegou um momento em que ele não ouvia mais as vozes lá fora. Eu não sabia mais se o vizinho havia terminado e saído. Todo o meu mundo era aquele tormento ardente que entrava e saía de mim sem trégua. Percebi que ia correr de novo. Ele parou e eu continuei me movendo com um grunhido frustrado. Ele apertou ainda mais meus quadris para me impedir, mas eu não soltei. Eu precisava daquele orgasmo.
"Pare, droga!" ele sussurrou, inclinando-se para frente. você vai fazer isso me corra.
Só consegui soltar um novo gemido, mas fiquei imóvel. tive que obedecer. O jogo funcionou assim. Depois de alguns segundos em que percebi novamente que as vozes ainda estavam no banheiro, ele retomou suas estocadas com cuidado novamente. Cuidadoso? f**a-se! Movi meus quadris com força para forçá-lo a intensificar o movimento. Não precisou pedir e, após uma nova surra, rosnou e começou a me penetrar com todo o ímpeto que podia. Senti seu corpo batendo contra o meu traseiro com força e violência avassaladoras. Era a reta final. Ele ia correr. Esse pensamento me incendiou por dentro. Um estranho estava tão louco para me f***r que eu não aguentei. O aperto nos quadris tornou-se mais difícil.
Senti a onda subir da barriga até o peito novamente e cerrei os dentes para não gritar quando, finalmente, alcancei um novo orgasmo ainda mais intenso que o anterior. Ele parou o movimento, mas o orgasmo não parava. Senti meu corpo inteiro tremendo incontrolavelmente. Pelo menos consegui não gritar, mas eles devem ter me ouvido. Demorei um pouco para voltar
meu.
"Saia", eu disse baixinho. Por favor.
Após um momento de relutância, ele saiu de mim e se retirou.
Aproveitei para me sentar novamente na tampa do copo. Caso contrário, teria acabado caindo no chão. Coloquei minhas mãos atrás das costas e abri a
boca sem dizer mais nada.
Ele entendeu o recado e tirou a camisinha. Eu nem tinha pensado nisso! Ele se aproximou e fodeu minha boca novamente como tinha feito antes.
Não parei de olhá-lo um segundo sequer, nem quando passou um pouco dos limites. Deixei-me fazer e senti seu p*u pulsar na minha boca quando ele estava prestes a prestes a gozar Nesse momento agarrei seus quadris para apertar e ele rosnou mais alto que o recomendado. Isso o estava deixando louco.
Eu estava deixando aquele homem autoconfiante louco. Eu balancei minha cabeça rapidamente e finalmente tive minha recompensa. Seus olhos se estreitaram e ele cerrou os dentes quando gozou na minha boca. Eu estava prestes a gozar por causa daquela sensação incomparável de poder, de saudade, de saber que era desejada...
Quando ela finalmente terminou seu longo orgasmo, ela sorriu e o guardou no bolso
antes de ajeitar a camisa. Ele estava encharcado de suor. eu segui sentada.
"Você superou um novo desafio", disse ele sem mais delongas antes de soltar um estalo. assobiar-. Acho que você conseguiu. É um prazer jogar com você, Ruth.
"Eu estou dizendo a mesma coisa." Eu respondi, lambendo meus lábios. Um prazer jogar com você.
Ele se virou e saiu. Esperei alguns segundos e saí também. Eu vi que havia um cara em um dos mictórios verticais que apenas olhou para mim sem expressão. Ao passar por ela, sussurrei "nós transamos" e saí de lá segurando o riso.
Sergio não estava mais esperando por mim. Sentei-me no mesmo lugar de antes e procurei por ele. Sofi ainda estava brincando com seu ex. Ele nem olhou para mim. Perguntei ao garçom se ele sabia para onde o cara que estava comigo tinha ido e ele disse que não fazia ideia. Perguntei se ele costumava ir lá e ele respondeu que não sabia. Havia muitas pessoas diferentes para se lembrar de todas elas. Se eu fosse a garçonete, não teria esquecido aquele homem tão facilmente. Bebi uma cerveja esperando que Sofi voltasse para mim. E para tirar o gosto da boca, claro. Tinha sido uma grande f**a, mas era enlouquecedor não ter podido continuar flertando com Sergio. Não se pode tem tudo nessa vida né? Com a lembrança daquele estranho na boca e um sorriso no rosto, consegui esquecer o resto.