Eu estava experimentando algumas camisetas quando o telefone finalmente tocou.
Número desconhecido. Tinha que ser eles!
"Olá?" Eu respondi com uma respiração rápida.
"Olá, Ruth", cumprimentou a voz do estranho do metrô. De novo ele. Estaria por perto observando-a fazer compras?
"Olá," eu cumprimentei antes de suspirar. Eu pensei que você tinha esquecido DE MIM.
"Estava esperando você gastar o cheque", explicou com voz suave-. O que você comprou?
"Muitas coisas," eu soltei depois de uma risada. vestidos, sapatos, t-shirts, meias, roupa interior…
—Não sei como vai ser, mas estou imaginando tudo muito ousado
ele interveio de brincadeira.
"Você não está muito longe da marca", respondi para picá-lo. Você me pega em um vestiário.
"Você quer jogar?" ele perguntou de repente.
Uau. Eu já acredito que eu queria isso.
"Sim", respondi sem hesitar.
“Muito bem, Rute. Eu quase podia vê-lo sorrir. Já que você está em um vestiário, quero que fique de cueca.
-Mas…
"Não, Ruth," ele interrompeu. Faça ou acabou.
Não pensei duas vezes e tirei a calça que estava usando e a camisa que estava experimentando. Eu fiquei de cueca. E meias, tudo bem, mas ele não precisava saber. Eles também são roupas íntimas, certo?
"É isso", eu relatei assim que terminei. Alguns segundos se passaram silêncio.
— Agora eu quero que você encare o espelho. Ele esperou por mim
Eu disse a ele que eu tinha feito isso. Comece a se masturbar enquanto se olha.
"Eu preferiria que fosse você." Eu choraminguei enquanto deixei minha mão direita deslizar sob minha calcinha. A situação parecia violenta para mim, mas eu estava encharcado. Aconteceu muito comigo ultimamente. A imagem no espelho era de uma mulher com os cabelos despenteados de tanto vestir e tirar camisetas, de cueca, mordendo o lábio inferior enquanto se masturbava. Eu não me reconheci. Eu, que sempre fui tão repugnantemente convencional, me masturbando em um vestiário enquanto olhava para mim e falava com um estranho. Isso me excitou ainda mais.
"Eu adoraria estar lá, acredite em mim", ele assegurou a ela. Toque-se como se eu o fizesse.
"Eu não tenho ideia de como você pode me tocar," eu deixei escapar para deixá- lo ver que se masturbar era bom, mas eu estava desejando um pouco de companhia.
Vou usar minha imaginação por enquanto.
Por alguns segundos não ouvi nada além de sua respiração do outro lado. Eu me recriei em minha própria imagem refletida. Devia ter escolhido uma roupa mais bonita.
Algodão cinza. Ele não estava muito apto a olhar para mim. Por sorte, Ele não estava ali.
"Eu espero que você esteja realmente se tocando," ele sussurrou por fim. Eu faço estou fazendo.
"Estou me tocando imaginando que é você", eu engasguei ao telefone.
Queria que você estivesse neste provador comigo.
Eu o imaginei com tanta força que tive um vislumbre de seu rosto por cima do meu ombro. Cheguei a sentir seu braço em volta de mim por trás para afundar entre minhas coxas. Eu liguei ainda mais e peguei o ritmo. De repente pensei ter ouvido gemidos lá fora e me assustei.
"Eu gostaria", ele rosnou. Agora eu quero que você olhe para fora.
Como? espreitar? Bem, eu poderia colocar minha cabeça para fora e ninguém me veria. Eu fiz isso e o que vi me deixou atordoado. Havia um casal no vestiário do outro lado da rua e não se ouvia nada além de suas respirações e gemidos.
Isso foi o que ele ouviu pouco antes. Ambos usavam máscaras pretas. com detalhes dourados.
"Tem um casal na frente", eu disse depois de me recuperar do choque. Ela
ela está de joelhos fazendo felação a ele.
"Que legal essa felação soa", ele riu. Gosta do que vê?
Você gosta de assistir?
Eu não sabia o que dizer. Por um lado, nunca me considerei um voyeur. Por outro lado, ver um casal tão próximo fazendo sexo me deixou ainda mais e******o. Para o inferno Eu gostava. Nunca teria imaginado, mas gostei. Sem ser dito nada, a mão havia retornado sob o calcinhas. Meu rosto estava queimando, mas eu não tinha certeza se de vergonha ou excitação. Voltei para minha sala com minha imaginação e vi Sofi com Rod. Eu estava começando a ficar muito preocupado em ter um parceiro à vista e que
eles não me viram
"Gosto do que vejo e gosto de olhar", respondi finalmente. Custou-me verbalize porque meus suspiros estavam ficando cada vez mais altos.
"Agora você pode escolher se juntar a esse par ou continuar assistindo", meu estranho sussurrou. Sua respiração parecia difícil. Se você olhar, terá que fechar a cortina.
-Como!? exclamei, chocado, mas bem baixinho para que o casal não me
ouvisse. eles vão me ver Não posso fazer isso. E eles podem nos pegar. Você os enviou?
Eu não tinha certeza se esse casal estava lá para eu assistir, para me juntar a eles ou se eles estavam cumprindo seu próprio desafio de jogo.
As máscaras me fizeram pensar que eles estavam envolvidos na mesma coisa que eu. Enfiei a cabeça para trás e olhei para os dois lados. Nada. Ninguém estava à vista.
Parecia que, por mágica, éramos apenas nós três naqueles provadores. Nós e a moça que se encarregou de verificar se você não usava mais do que quatro peças de roupa, mas ela não olhou para nós. Se ficássemos dentro dos vestiários, ele não nos veria.
"Muitas perguntas e dúvidas", ele deixou escapar para uma resposta. juntar ou olhar com a cortina aberta. Ele fez uma pausa. Ou deixá-lo, é claro.
Olhei para o casal novamente. Ela gemia exatamente como eu via Sofi fazer toda vez que o pênis do garoto entrava em sua boca. Parecia que isso poderia dar muito prazer, mas eu nunca tinha sentido. Algo deve ter feito errado. Ele estava olhando para ela e dando pequenos empurrões para acompanhar seus movimentos. Eles se olharam nos olhos enquanto isso boca não parava de chupar, lamber e mordiscar. O pênis estava totalmente encharcado com sua saliva e aquela visão me deixou louco.
Eu queria tê-lo entre meus lábios, arrancar aqueles grunhidos dela e sentir o prazer que ela estava sentindo também.