Hesite. Eu hesitei muito. Eu não queria que o jogo acabasse e, embora houvesse algo
me implorando para me juntar a eles e experimentar aquele corpo, eu simplesmente não me sentia corajosa o suficiente. Se eu tivesse trazido duas cubas
acima… Resolvi abrir a cortina, mas primeiro tirei as meias.
Dignidade acima de tudo. Eles olharam para mim. Eles sorriram.
"Eu já abri a cortina," eu apontei.
"Espero que você esteja usando a máscara", ele sibilou do outro lado da sala. teléfono.
"Ele está em casa", eu esclareci.
"Acostume-se a carregá-lo sempre com você, por favor", ele resmungou. Ele continuou se tocando. Diga-me o que você vê enquanto segue
masturbándote.
"Eles olharam para mim e sorriram." Eu sussurrei, percebendo que minha respiração estava começando a acelerar também. Ela parou de chupá-lo e encostou- se na parede lateral. Ele está atrás dela e agora... Oh sim... Agora ele está entrando nela bem devagar. f**a-se... Ele agarra seus quadris e ela joga a cabeça para trás enquanto geme cada vez mais alto. Eles vão nos ouvir.
"Esqueça isso, Ruth", disse meu estranho. Prossiga
me dizendo o que você vê Se você quiser entrar a qualquer momento, vá em frente.
juntar? A verdade é que eu estava com muita vontade de fazer, mas não me sentia pronta. Amaldiçoei mentalmente de novo por não ter bebido duas vezes antes de tudo isso. A mulher estava usando um vestido preto justo e no momento estava com ele até a cintura.
A tanga, também preta, pendia de um dos tornozelos. Ele estava completamente vestido. Calça de terno escuro e camisa branca.
Ele tinha apenas aberto o zíper da calça, então não me deixava curtir seu corpo, que parecia ser musculoso.
"Prefiro apenas assistir." Esclareci, notando que minhas pernas tremiam só de pensar em atravessar o corredor e estar com eles. Ele a agarrou pelos cabelos. Empurre com força. Ela parece prestes a gozar.
"Melhor assim do que palavras como felação, Ruth," ele retrucou. Eu também estou pronto.
O homem estava segurando seus longos cabelos castanhos em uma das mãos. Ele havia enrolado todo o cabelo dela em seu punho, forçando-a a arquear as costas. Com a outra mão, ele apertou o quadril da mulher, ocasionalmente batendo em sua b***a antes de apertar novamente para tornar suas estocadas mais violentas. A posição dela não parecia a mais adequada para sentir prazer, mas ela estava sentindo. Acho que estava sentindo. Era como se saísse dela em ondas que chegavam até mim. Percebi minha mão inteira encharcada.
"E eu, droga," eu concordei, notando que minha visão estava gradualmente nublada. Ela agarrou a cortina e está mordendo-a. Ele a espanca de vez em quando enquanto continua... Droga... Ele continua atacando como um animal. Ela está gozando. Tenho certeza. Ele range os dentes e vai cada vez mais rápido.
"Não venha até que eu termine", ordenou meu estranho.
Isso ia ser difícil. Eu os tinha a apenas dois metros de distância, fodendo como selvagens. Eu nunca teria pensado que poderia ser tão emocionante. Quando a garota acordou, os dois olharam para mim.
-Você vem? o menino perguntou com um sorriso malicioso. Eu neguei com o
cabeça.
"Ela veio e ele me convidou para participar", indiquei ao meu estranho. Eu disse a ele que não... não vou aguentar muito mais. Ele saiu dessa e agora eles estão cara a cara. Ele se inclina contra a parede lateral. Nós dois de pé... Droga... Não aguento, sério. Houve apenas silêncio na linha. Silêncio e respiração ofegante. Ela o está masturbando.
Agora os dois olham para mim. Acho que ele está prestes a gozar em cima dela.
"E eu também, Ruth", meu interlocutor deixou escapar. venha comigo
Acho que nós três chegamos ao mesmo tempo. O cara do outro lado da rua ejaculou em seu vestido sem que nenhum deles parecesse se importar.
Só então ela fechou os olhos e arqueou as costas. Ela continuou me olhando com um sorriso. Os grunhidos do estranho no metrô vieram claramente indicando que eles estavam em sincronia. Aquilo foi o suficiente para mim. O orgasmo veio com tanta força que minhas pernas pararam de me apoiar e acabei de joelhos, meio inclinada para o corredor, apoiada na mão que segurava o telefone enquanto a outra estava presa entre minhas pernas enquanto eu apertava minhas coxas.
Quando pude olhar para cima, o casal do outro lado da rua estava ao meu lado. Ambos estavam sorrindo para mim. Ela se abaixou e acariciou meu cabelo, colocando um beijo suave em meus lábios. Então eles saíram de mãos dadas enquanto ela enxugava a mancha do vestido com um lenço de papel.
Recuperei minha presença de espírito e fui para meu vestiário. eu fechei o cortina.
-Voce ainda esta aí? -Eu perguntei por.
"Ainda estou aqui", respondeu ele. Você superou um novo desafio.
Parabéns Rute.
E desligou. Sempre igual. Eu estava começando a ficar doente de me tocar. Isso poderia ser feito em casa sem a necessidade de nenhum jogo. Claro, fazer isso em um vestiário vendo um casal fazendo sexo é outro nível. Eu não podia negar. Vesti-me e fui procurar Sofi, ainda sentindo o toque suave dos lábios daquela mulher nos meus. Foi a primeira vez que uma garota me beijou e, honestamente, não foi nada m*l. Meu amigo estaria cansado de esperar por mim, com certeza. Isso se ele não tivesse flertado com uma dependente.
Por sorte não foi assim e ele estava me esperando falando ao telefone. com Rod.
Seguro.
"Você demorou muito", ele deixou escapar assim que me viu. Despediu-se da pessoa com quem estava falando e desligou. você não toma nenhum
camiseta?
As camisetas! Eu tinha esquecido totalmente deles. Eles estavam no provador rindo muito. Bem, suponho que o funcionário se encarregaria de buscá-los mais cedo ou mais tarde. Eu estava tão s*******o que nem tinha pensado nisso, claro que também não tinha notado as câmeras de segurança nos vestiários.
"Não fui convencida por nenhum deles, sério", menti com os olhos baixos. Minha calcinha estava encharcada. Não foi uma sensação agradável e me lembrou o que acabara de acontecer naqueles provadores. Outro dia gasto o que sobrou do cheque.
"Muito bem", concordou Sofi. Agora é só se inscrever em um solário.
"Eu não preciso me bronzear," eu neguei, um tanto irritada.
"Às vezes eu olho para você e fico cego, achatado", brincou meu amigo.
Você precisa estar bronzeado para poder mostrar a carne desde o primeiro dia está bom. Agora, sim, primeiro você me convida para um café por ter estado esperando por você.
Saímos da loja conversando e rindo. Sofi tentou flertar com um cliente, mas ele tinha namorada. Um menino de calça social escura e camisa branca. Uma garota de vestido preto se aproximou dele e eles entraram nos vestiários. Claro para t*****r de acordo com Sofi. Eu consegui segurar minha risada quando ele me disse.
Dentro de um carro verde escuro, um homem observava as duas mulheres.
Ele usou uma pequena câmera para fotografá-los, tirando fotos que capturavam seus rostos e também suas sacolas de compras. Enquanto eles desapareciam em uma lanchonete, o homem ligou um Marlboro e pegou uma das pastas do banco do passageiro. Na capa você pode ler o nome de Ruth Asensio. Ela folheou as páginas com o timbre da polícia até encontrar aquela que procurava e, com uma caneta que tirou do porta-luvas, fez algumas anotações. A polícia não sabia que tinha esses relatórios obtidos ilegalmente de seus servidores e assim deve continuar. Pelo menos até que ele pudesse terminar o trabalho em mãos.
Ele largou a pasta de Ruth e pegou a que estava ao lado. Ela tinha o nome de Sofía Liaño. Era consideravelmente mais grosso e parecia mais batido. Ele também escreveu algo em uma das folhas e deixou com seu parceiro.
Vários cigarros foram fumados dentro do carro verde escuro antes que essas duas mulheres saíssem do refeitório e começassem a dirigir novamente para segui- los.